×

Alerta

JUser: :_load: Não foi possível carregar o utilizador com o ID: 34880
Vítor Paixão Dias toma posse como presidente da SPH
DATA
19/03/2019 11:55:57
AUTOR
Jornal Médico
ETIQUETAS


Vítor Paixão Dias toma posse como presidente da SPH

No próximo dia 23 de março realiza-se a sessão de tomada de posse dos novos Corpos Sociais da Sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPH), para o biénio de 2019-2021.

A sessão decorre pelas 11h30, na sede da SPH em Lisboa.

Vítor Paixão Dias, diretor do Serviço de Medicina Interna do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho (CHVNG/E), será o novo presidente e durante o seu mandato tem como prioridade aproximar a SPH da comunidade.

Após os últimos mandatos em que os trabalhos da SPH foram guiados pela redução do consumo de sal e a adesão à terapêutica, Vítor Paixão Dias e a sua equipa querem “chegar mais próximo da população, ajudando a que cada indivíduo tenha um papel como agente de mudança na melhoria da sua própria saúde vascular e que cada doente seja mais capaz de gerir ativamente a sua própria doença”.

Assim, o seu mandato irá arrancar com a realização do Dia Mundial da Hipertensão, a 17 de maio, este ano assinalado em Espinho com iniciativas para a população e um Simpósio Satélite da Sociedade Europeia de Hipertensão, cujo tema central é “Monoterapia vs Politerapia no risco vascular global”, dirigido a médicos com especial interesse nesta área, em Torres Vedras, no Hotel Dolce Campo Real, no dia 25 de maio.

Estão também definidos outros momentos, como o Summer School dirigido a jovens internos, em setembro, em Alcobaça. Para o ano, o Congresso de Hipertensão e Risco Cardiovascular Global, dirigido a médicos de Medicina Geral e Familiar, Internistas, Cardiologistas, Nefrologistas e de várias outras especialidades, que dedicam à Hipertensão e ao Risco Vascular uma particular atenção, regressa em fevereiro, a Vilamoura.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.