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Farmácias de Cascais realizaram 650 testes rápidos de VIH/Sida e hepatites em seis meses
DATA
15/04/2019 10:36:23
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Farmácias de Cascais realizaram 650 testes rápidos de VIH/Sida e hepatites em seis meses

Vinte e uma farmácias de Cascais realizaram cerca de 650 testes rápidos de rastreio do VIH/Sida e dos vírus da hepatite, desde que foi autorizado há seis meses a sua realização nestes espaços, segundo dados divulgados à Lusa.

A realização destes testes rápidos nas farmácias comunitárias e laboratórios de análises clínicas foi autorizada a 12 de março de 2018 por despacho do então secretário de Estado Adjunto e da Saúde Fernando Araújo, tendo a medida arrancado em outubro com um projeto-piloto em Cascais e com o anúncio de que iria ser alargada a outras zonas do país.

Dados avançados à Lusa pela coordenadora da Ser+ - Associação Portuguesa para a Prevenção e Desafio à Sida revelam que, desde outubro de 2018 até 01 de abril, foram realizados 349 testes rápidos para o VIH/sida e 290 teste rápidos para a Hepatite C.

Os testes rápidos de rastreio à Hepatite B apenas começaram a 08 de março, tendo sido realizados doze até 01 de abril, disse Andreia Pinto, explicando que estes testes foram realizados de forma gratuita e confidencial.

Até ao final do 2018, quando tinham sido realizados 188 testes para o VIH e 153 e para a Hepatite C, um teste deu reativo para o VIH/sida e dois para a Hepatite C, adiantam os dados fornecidos pela Associação Nacional das Farmácias.

Andreia Pinto explicou que o diagnóstico não se faz sem a ligação aos cuidados de saúde e que, no caso das farmácias, os farmacêuticos perante um teste reativo devem referenciar o utente, com a sua aprovação, utilizando a Linha de Saúde 24

“Fazer um diagnóstico só pelo simples ato de diagnosticar”, sem fazer a ligação imediata no caso de um teste reativo aos cuidados hospitalares, “seria criminoso”, frisou.

Saúde Pública

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