RESPIRA alerta para os malefícios do tabaco através de uma campanha digital
DATA
20/05/2019 17:20:25
AUTOR
Jornal Médico
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RESPIRA alerta para os malefícios do tabaco através de uma campanha digital

No âmbito do Dia Mundial Sem Tabaco, a Associação RESPIRA lança uma campanha digital com o objetivo de relembrar as principais iniciativas desenvolvidas pela Associação, nos últimos 12 anos, em prol da cessação tabágica e da sensibilização da população para uma doença que afeta cerca de 800 mil pessoas, como a DPOC.

“Ao longo destes 12 anos a RESPIRA tem desenvolvido diversas ações que visam a sensibilização da população para esta temática. Destaco o combate ao tabagismo, nomeadamente com ações que temos realizado em escolas e empresas; o nosso trabalho na edição de brochuras informativas sobre diversos temas: pneumonia, inaladores, reabilitação respiratória ente outros; as comemorações dos Dias Mundiais – DPOC, Dia Mundial Sem tabaco e Pneumonia. Desenvolvemos também ações de formação e informação aos profissionais de Saúde e a obtenção de um diagnóstico tão precoce quanto possível”, sublinha Isabel Saraiva, vice-presidente da RESPIRA.

Portugal tem cerca de 1,8 milhões de fumadores, um número que tem vindo a aumentar de forma exponencial, principalmente no que se refere ao aumento do consumo de tabaco entre a população feminina. Também a taxa de mortalidade por consumo de tabaco é elevada, matando cerca de 32 pessoas por dia em Portugal, provocando nove em cada dez cancros de pulmão e é responsável por uma em cada cinco mortes de pessoas entre os 45 e os 64 anos (relatório "Portugal - Prevenção e controlo do tabagismo em números 2015).

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.