Lusíadas Saúde assegura apoio médico a atletas Olímpicos e Paralímpicos portugueses
DATA
20/08/2019 11:45:04
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Jornal Médico
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Lusíadas Saúde assegura apoio médico a atletas Olímpicos e Paralímpicos portugueses

A Lusíadas Saúde vai assegurar a prestação de cuidados de saúde aos atletas do Comité Olímpico de Portugal (COP) e do Comité Paralímpico de Portugal (CPP) na preparação para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Tóquio 2020, sendo também contemplados os atletas com deficiência auditiva que irão integrar o programa surdolímpico durante este período, complementando o apoio das equipas médicas das Federações e de ambos os Comités.

A assinatura do protocolo foi feita pelos presidentes das instituições – José Manuel Constantino do COP, José Manuel Lourenço do CPP e Vasco Antunes Pereira da Lusíadas Saúde. O evento contou com a presença da adjunta do chefe de Missão aos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, Catarina Monteiro, e da chefe de Missão aos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020, Leila Marques Mota, e de alguns atletas.

Em declarações ao Jornal Médico, o CEO da Lusíadas Saúde, Vasco Antunes Pereira afirmou que: “É muito importante para nós a promoção da diversidade e inclusão, como disse o presidente do Comité Paralímpico estamos a falar de atletas e alguns atletas têm algumas diferenças, nós apoiamos qualquer atleta independentemente da diferença que possam ter. A inclusão é um valor básico para nós, a responsabilidade social e a forma como nós olhamos para o ser humano não se coaduna com diferenças adquiridas ou de nascença, olhamos para os seres humanos como iguais, portanto a inclusão e diversidade são um valor básico em tudo o que fazemos. O Comité Paralímpico é uma evolução natural da relação que criámos com o Comité Olímpico, são os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, portanto fazia todo o sentido estarmos presentes.”

No âmbito desta parceria, a Lusíadas Saúde vai ainda promover a campanha “É bom estar em boas mãos em todas as provas da vida”. A iniciativa, que conta com a participação de diversos atletas Olímpicos e Paralímpicos mostra que a vida é feita de desafios, quer sejam físicos, do quotidiano ou desportivos, e que a Lusíadas Saúde se compromete a lá estar, como sempre, para colocar em prática o que melhor sabe fazer: cuidar. 

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Editorial | Jornal Médico
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Se não os tivéssemos seria bem pior! O reforço do Programa Operacional da Saúde com 800 milhões de euros pode ser entendido como sinal político de valorização do setor da saúde. Será uma viragem na política restritiva? O Serviço Nacional de Saúde (SNS) de 40 anos precisa de cuidados intensivos! Há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções. É urgente pensarmos na nova década com rigor e disponibilidade sincera.

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