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Relatório OCDE observa aumento de consumo de antidepressivos em Portugal
DATA
07/11/2019 12:49:40
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Relatório OCDE observa aumento de consumo de antidepressivos em Portugal

Segundo o relatório sobre o setor da saúde da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), divulgado hoje, Portugal é o quinto país da OCDE com maior consumo de antidepressivos.

A tendência é generalizada. De acordo com o documento, no conjunto dos 30 países analisados, o número de consumo de antidepressivos duplicou entre 2000 e 2017, atingindo uma média de 63 doses diárias por mil pessoas.

Em Portugal, o aumento foi maior, mais do que triplicando: em 2000, o consumo era pouco mais de 30 doses diárias por mil pessoas, enquanto em 2017 atingia as 104. Com maiores consumos surgem apenas a Islândia, o Canadá, a Austrália e o Reino Unido. O país com o menor valor é a Letónia.

O indicador “dose diária” representa a média indicada por dia para um medicamento utilizado por adultos na sua principal terapêutica.

O relatório, “Health at a Glance 2019”, refere que este incremento pode ser explicado pelas melhorias no reconhecimento e diagnóstico da depressão, pela disponibilidade de terapias e pela evolução de guias de orientação clínica.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.