Plano nacional para a telessaúde propõe alargamento de serviços do SNS 24
DATA
12/11/2019 18:29:00
AUTOR
Jornal Médico
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Plano nacional para a telessaúde propõe alargamento de serviços do SNS 24

O Plano Estratégico Nacional para a Telessaúde, hoje divulgado, propõe, sem especificar, novas linhas de serviço ao nível dos telecuidados no SNS 24, canal digital e de atendimento telefónico do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O documento, que sugere de forma genérica uma série de ações a concretizar entre 2019 e 2022, foi divulgado pelos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS). O plano é descrito pelo presidente dos SPMS, Henrique Martins, como "o primeiro documento estratégico na área da telessaúde para o Sistema Nacional de Saúde e não apenas para o Serviço Nacional de Saúde".

As ações propostas para incentivar a telessaúde preveem a inclusão dos cuidados de saúde primários e continuados nas "políticas de incentivos", a criação de uma "oferta estruturada e regular" de formação e qualificação dos profissionais de saúde, horários específicos para médicos e enfermeiros exercerem telessaúde nos centros de saúde e hospitais, revisão legislativa e novas ferramentas de trabalho.

O documento sugere também que a telessaúde faça parte da formação académica superior dos profissionais de saúde. Esta estratégia nacional foi elaborada na sequência da criação, há três anos, do Centro Nacional de Telessaúde, coordenado pelos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, abrangendo a prestação de cuidados de saúde e a formação de profissionais à distância com recurso a tecnologias de comunicação e informação.

O SNS 24 já permite, entre outras valências, fazer a triagem, o aconselhamento e encaminhamento na doença aguda não emergente, o aconselhamento sobre medicação não sujeita a receita médica, a marcação de consultas nos centros de saúde e pedir a isenção da taxa moderadora.

O atendimento telefónico é feito por enfermeiros 24 horas por dia.

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