Projetos vencedores apresentam avanços na investigação sobre o autismo e o cancro da mama
DATA
14/11/2019 10:15:31
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Jornal Médico
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Projetos vencedores apresentam avanços na investigação sobre o autismo e o cancro da mama

Dois investigadores portugueses são os grandes vencedores da 63ª edição dos Prémios Pfizer – o mais antigo galardão na área da Investigação Biomédica atribuído em Portugal, com o objetivo de contribuir para a dinamização da investigação em ciências da saúde no nosso país.

O Prémio Pfizer 2019 - Investigação Clínica foi atribuído à investigação coordenada pela investigadora Guadalupe Cabral, do Centro de Estudos de Doenças Crónicas (CEDOC) da NOVA Medical School | Faculdade de Ciências Médicas da Universidade NOVA de Lisboa, com um trabalho na área do cancro da mama, uma das principais causas de morte por cancro de mulheres jovens.

A investigação liderada por João Peça, do Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) e docente no Departamento de Ciências da Vida, FCT, Universidade de Coimbra, na área do autismo, foi indicado pelo júri da Sociedade das Ciências Médicas de Lisboa como o Prémio Pfizer 2019 - Investigação Básica.

A cerimónia da entrega dos prémios, no valor total de 50 mil euros, terá lugar esta tarde, no Teatro Thalia, em Lisboa, contando com a presença do presidente da Sociedade das Ciências Médicas de Lisboa, Luís Graça e do diretor-geral da Pfizer Portugal, Paulo Teixeira.

A Cerimónia será também transmitida em live streaming na página de Facebook da Sociedade de Ciências Médicas, a partir das 18h00.

No evento que celebra os 63 anos dos Prémios Pfizer, a palestra de abertura da cerimónia de entrega dos Prémios, sob o tema “A saúde da Ciência” será proferida por Nadim Habib, Mestre em Economia pela London School of Economics, consultor internacional nas áreas de estratégia, inovação e criatividade e atualmente Professor Auxiliar convidado na Nova SBE.

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Editorial | Jornal Médico
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Se não os tivéssemos seria bem pior! O reforço do Programa Operacional da Saúde com 800 milhões de euros pode ser entendido como sinal político de valorização do setor da saúde. Será uma viragem na política restritiva? O Serviço Nacional de Saúde (SNS) de 40 anos precisa de cuidados intensivos! Há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções. É urgente pensarmos na nova década com rigor e disponibilidade sincera.

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