Acesso à inovação no tratamento hospitalar: como estamos em Portugal?
DATA
14/11/2019 10:33:57
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Jornal Médico
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Acesso à inovação no tratamento hospitalar: como estamos em Portugal?

Determinar o nível de acesso ao medicamento hospitalar e identificar barreiras e problemas associados à gestão do medicamento são alguns dos objetivos do “Índex Nacional do Acesso ao Medicamento Hospitalar”, um estudo promovido pela Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH) e Ordem dos Farmacêuticos com o apoio científico da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, cujos resultados serão apresentados amanhã, na 11ª edição do Fórum do Medicamento.

Em que ponto estamos no acesso a novas terapêuticas? Está assegurada a equidade entre as diferentes instituições hospitalares? Quais os maiores desafios e oportunidades no acesso a novas terapêuticas? Após a introdução de uma nova terapêutica, quantas instituições monitorizam os resultados de efetividade e segurança? Estas e outras questões terão resposta na apresentação pública dos resultados do estudo, e serão discutidos por um painel que conta com representantes da Ordem dos Médicos, Ordem dos Farmacêuticos, INFARMED, APIFARMA, Administração Central do Sistema de Saúde, IPO de Coimbra e Associação Portuguesa da Doença Inflamatória do Intestino. 

Subordinado ao tema “Equidade, Efetividade e Sustentabilidade no acesso à inovação”, o Fórum do Medicamento, que terá lugar na Sala Sophia de Mello Breyner do Centro Cultural de Belém, é uma iniciativa da APAH em parceria com a AstraZeneca, que conta ainda com um primeiro painel onde serão discutidos os “Contributos para a criação de uma Via Verde do Pulmão em Portugal”, tendo como exemplos o que de melhor já se faz lá fora.

O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Editorial | Jornal Médico
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Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. Encontrar uma nova visão e adotar uma nova estratégia útil na nossa prática clínica quotidiana. Valorizar as unidades de saúde por estarem a dar as respostas adequadas e seguras é o mínimo que se exige, mas é urgente e inevitável um plano de investimento nos centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.

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