APIFARMA anuncia os vencedores do “Prémio Cidadania em Saúde”
DATA
14/11/2019 15:13:31
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Jornal Médico
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APIFARMA anuncia os vencedores do “Prémio Cidadania em Saúde”

Iniciativa distinguiu Associações de Doentes portuguesas. Alzheimer Portugal, Novamente, APELA e SPEM foram as vencedoras.

A Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica anunciou os vencedores do “Prémio APIFARMA – Cidadania em Saúde” nas categorias Prevenção, Diagnóstico e Literacia em Saúde; Contributo para a Sociedade; Inovação; e Empreendedorismo.

Na categoria Prevenção, Diagnóstico e Literacia em Saúde o júri distinguiu o projeto “Linha de Apoio Informar e Apoiar Mais” da associação “Alzheimer Portugal”. Em Inovação o júri premiou o projecto “A Novamente com as Famílias” da associação “Novamente – Associação de Apoio aos Traumatizados Crânio-Encefálicos e Suas Famílias”. Na categoria Empreendedorismo o júri distinguiu o projecto “Um novo Espaço e uma filosofia de apoio ao doente com ELA” da associação “APELA - Associação Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrófica”.Por fim, na categoria Contributo para a Sociedade o júri premiou o projecto “Cuidar de quem Cuida” da associação “SPEM - Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla”.

Na primeira edição do “Prémio APIFARMA – Cidadania em Saúde”, promovido pela APIFARMA no âmbito das comemorações dos 80 anos da associação, foram submetidos a análise do Júri 38 projectos. O valor dos prémios totaliza 40 mil euros, montante repartido igualmente pelos vencedores de cada uma das quatro categorias a concurso.

João Almeida Lopes agradeceu aos vencedores do prémio e também “aos que fazem da luta diária contra a doença a mais importante causa de vida, que é também a causa de vida da Indústria Farmacêutica”. O presidente da APIFARMA referiu que “num tempo em que as políticas e os serviços se centram no cidadão e no bem comum” é necessário “estar sempre ao lado das organizações de doentes”.

800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde
Editorial | Jornal Médico
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Se não os tivéssemos seria bem pior! O reforço do Programa Operacional da Saúde com 800 milhões de euros pode ser entendido como sinal político de valorização do setor da saúde. Será uma viragem na política restritiva? O Serviço Nacional de Saúde (SNS) de 40 anos precisa de cuidados intensivos! Há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções. É urgente pensarmos na nova década com rigor e disponibilidade sincera.

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