Centro Hospitalar de Leiria volta a sondar colaboradores na segunda edição do orçamento partilhado
DATA
03/12/2019 15:47:37
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Jornal Médico
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Centro Hospitalar de Leiria volta a sondar colaboradores na segunda edição do orçamento partilhado

No âmbito do Orçamento Partilhado “Nós também participamos”, o Centro Hospitalar de Leiria (CHL) volta, pelo segundo ano consecutivo, a auscultar os seus colaboradores acerca de ideias e projetos que visam responder a uma necessidade da comunidade hospitalar, seja a nível dos profissionais, utentes, familiares ou outros.

A iniciativa, promovida pelo Gabinete de Comunicação, Relações Públicas e Imagem, pretende envolver os colaboradores ao incentivar a participação e intervenção ativa e responsável na apresentação e eleição de propostas e reivindicações. Ao projeto mais votado são atribuídos 20 mil euros.

Em declarações à Lusa, um dos membros da Comissão de Humanização do CHL, Paula Melanda, relembra que esta técnica de orçamento partilhado procura proporcionar bem-estar, não esquecendo quem trabalha no centro hospitalar. Como assegura, a humanização dos cuidados de saúde é importante para os doentes, mas só é possível se os profissionais também a sentirem ou então “não a podem dar. É preciso estarem bem para poderem transmitir aos outros”.

As ideias, cujo intuito tem de ser o bem comum, podem incluir serviços, programas, obras ou equipamentos, e abarcar diversas áreas – solidariedade, bem-estar, investigação ou serviço aos utentes. As candidaturas estão abertas até dia 31 de janeiro de 2020.

No ano passado, no decorrer da primeira edição, houve 18 projetos candidatos e 12 foram submetidos a votação. Na proposta vencedora previa-se a instalação de um ginásio para os colaboradores no Hospital de Santo André, um dos três organismos que compõem o centro hospitalar (em conjunto com o Hospital de Alcobaça Bernardino Lopes de Oliveira e o Hospital Distrital de Pombal). Contudo, esta medida não foi para a frente por falta de adesão.

Paula Melanda afirma que “no início houve uma excelente aceitação de todos”, tendo havido a reabilitação de um espaço existente e 300 inscrições para aulas de grupo. Estas foram dadas por um ginásio, através de um protocolo com o CHL; porém, “aos poucos as pessoas deixaram de ir e as aulas acabaram por terminar”, esclarece.

Não obstante, o “ginásio continua com o material que foi adquirido e pode ser usado” e, de acordo com a representante, o projeto pode voltar, mas “noutros moles” que estão a ser estudados.

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