Patologia Clínica como mais valia na marcha diagnóstica em foco no 10º Congresso Nacional
DATA
09/12/2019 16:00:26
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Jornal Médico
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Patologia Clínica como mais valia na marcha diagnóstica em foco no 10º Congresso Nacional

O 10º Congresso Nacional da Sociedade Portuguesa de Patologia Clínica (SPPC) irá contar, à semelhança da edição anterior, com um programa científico multidisciplinar. O evento ocorre nos próximos dias 13, 14 e 15 de fevereiro, na Fundação Cupertino de Miranda, no Porto.

Considerando a Patologia Clínica uma especialidade médica transversal a várias áreas de saber, a SPPC procura também, nesta reunião, uma “oportunidade de estreitar relações com outras especialidades, nomeadamente com a Pediatria, a Gastrenterologia, a Endocrinologia, a Cardiologia, a Medicina Interna e a Obstetrícia”, refere a presidente deste congresso, Sandra Paulo.

Desse modo, para além das áreas nucleares da Patologia Clínica, irão ser discutidas, por palestrantes nacionais e internacionais, temáticas relacionadas com a medicina laboratorial personalizada, a gestão laboratorial, a medicina baseada na evidência e os novos biomarcadores de autoimunidade, Neuroimunologia e Imunopsiquiatria.

Dado o desenvolvimento da medicina e da tecnologia, a presidente da SPPC, Maria José Rego de Sousa, afirma que existe hoje “uma maior diversidade de ferramentas diagnósticas para despistes mais precoces, o que permite uma ação preventiva ou o tratamento precoce”. Neste contexto de evolução, o patologista clínico apresenta um papel de mediação “entre a produção laboratorial e o que são as necessidades do clínico quando aborda um doente”, tornando-o uma “mais valia na marcha diagnóstica”.

Por esse motivo, a representante da SPPC reforça a importância da interdisciplinaridade e da colaboração na partilha de know-how entre profissionais. O objetivo é a racionalização da tomada de decisões para se obter um “balanço custo-eficiência dos recursos otimizado e uma prestação de cuidados de saúde de excelência”, conclui.

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Editorial | Jornal Médico
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