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Apresentação de obras da coleção “Médicos Escritores” no Museu da Farmácia no Porto
DATA
16/12/2019 16:40:25
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Apresentação de obras da coleção “Médicos Escritores” no Museu da Farmácia no Porto

Os médicos Júlio de Matos, Ricardo Jorge e Manuel Laranjeira vão ter as suas obras, inseridas na coleção “Médicos Escritores”, publicadas. A apresentação dos títulos – “Paranoia”, “Um Canhenho de Um Vagabundo” e “Comigo”, respetivamente, ocorre já no próximo dia 19 de dezembro, às 18h30, no Museu da Farmácia – Porto. Com entrada livre, está ainda prevista uma visita guiada ao museu, renovado, após a sessão.

O projeto “Médicos Escritores” surgiu no âmbito das comemorações do 80º aniversário da Ordem dos Médicos (OM) e conta com a parceria da entidade com a editora A Bela e o Monstro e com o jornal Público, que distribui as obras.

Destacando médicos que simultaneamente conseguiram o seu lugar no panorama literário português, a coletânea conjuga obras mais ou menos conhecidas, cuja relevância se revela em termos de conhecimento.

Já foram lançadas as seguintes obras: "A História da Vida Sexual", de Egas Moniz; "Memórias da Grande Guerra", de Jaime Cortesão; "Nos Mares do Fim do Mundo", de Bernardo Santareno; "A Noite e a Madrugada", de Fernando Namora; "A Barba em Portugal", de Leite de Vasconcelos; "O País das Uvas", de Fialho de Almeida; "Eterno Feminino", de Júlio Dantas; "As Pupilas do Sr. Reitor", de Júlio Dinis; "Por Ahi Fóra", de Brito Camacho; "Vindima", de Miguel Torga; "O Delírio do Ciúme", de Miguel Bombarda; "Na Luz do Fim", de Bárbara Gomes/ Graça Pina de Morais; "Um Estio na Alemanha", de Abel Salazar; e "Contos Durienses", de João de Araújo Correia.

A iniciativa conta com o patrocínio da Bial, Ageas, Clínicas Germano de Sousa, Lexus, Associação Nacional das Farmácias e tem o apoio da RTP.

Urgências no SNS – só empurrar o problema não o resolve
Editorial | Gil Correia
Urgências no SNS – só empurrar o problema não o resolve

É quase esquizofrénico no mesmo mês em que se discute a carência de Médicos de Família no SNS empurrar, por decreto, os doentes que recorrem aos Serviços de Urgência (SU) hospitalares para os Centros de Saúde. A resolução do problema das urgências em Portugal passa necessariamente pelo repensar do sistema, do acesso e de formas inteligentes e eficientes de garantir os cuidados na medida e tempo de quem deles necessita. Os Cuidados de Saúde Primários têm aqui, naturalmente, um papel fundamental.