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Abertas 482 vagas no concurso de segunda época para médicos-especialistas
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23/12/2019 11:37:48
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Abertas 482 vagas no concurso de segunda época para médicos-especialistas

No âmbito do concurso de segunda época de 2019 para médicos-especialistas, o despacho n.º 12347-B/2019, publicado hoje em Diário da República, autoriza a abertura de um total de 482 postos de trabalho – número recorde. Desse total, estipula-se 120 vagas para médicos de família, 16 para a área de saúde pública e 346 para a área hospitalar.

Ao tratar-se de “um número recorde de vagas para um concurso de segunda época”, o Ministério da Saúde, em nota, afirma que os 482 postos garantem a colocação de todos os recém-especialistas, para além de robustecer os serviços.

Assim, dos 346 postos para reforço dos serviços hospitalares, destacam-se as especialidades com mais vagas, sendo elas Medicina Interna (40), Anestesiologia (33), Pediatria (28), Ginecologia/Obstetrícia (21), seguidas de Oftalmologia (16), Ortopedia (14), Radiologia (13), Cardiologia e Urologia – cada uma com 12 vagas – e de, com 11 postos, Cirurgia Geral, Neurologia, Otorrinolaringologia, Pneumologia e Psiquiatria.

Para além desse aspeto, as 120 vagas para especialistas de Medicina Geral e Familiar têm como intuito aumentar a cobertura da população com médico de família no início de 2020. A abertura de postos de trabalho verifica-se em maior número na Administração Regional de Saúde (ARS) de Lisboa e Vale do Tejo (70), seguida da ARS Norte (21) e ARS Centro (12).

Já as 16 vagas para Saúde Pública, por representarem um número superior ao total de médicos a concluir o internato, pretendem atrair especialistas que estejam fora do Serviço Nacional de Saúde e considerem regressar.

Visando a redução de carências nas zonas com maior necessidade de reforço de cuidados, o procedimento concursal atenta ainda a uma distribuição geográfica.

Os candidatos têm de ser médicos detentores do grau de especialista na área profissional correspondente e não podem ter uma relação jurídica de emprego por tempo indeterminado com o Estado.

O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Editorial | Jornal Médico
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Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. Encontrar uma nova visão e adotar uma nova estratégia útil na nossa prática clínica quotidiana. Valorizar as unidades de saúde por estarem a dar as respostas adequadas e seguras é o mínimo que se exige, mas é urgente e inevitável um plano de investimento nos centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.

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