Curso Interativo de AVC na fase aguda para melhorar abordagem diagnóstica e terapêutica
DATA
30/12/2019 11:05:37
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Jornal Médico
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Curso Interativo de AVC na fase aguda para melhorar abordagem diagnóstica e terapêutica

No final do 14º Congresso Português do AVC, organizado pela Sociedade Portuguesa do Acidente Vascular Cerebral (SPAVC), no dia 8 de fevereiro, irá decorrer um Curso Interativo de AVC isquémico na fase aguda. Com número de vagas limitado, a atividade toma lugar no Hotel Sheraton Porto a partir das 14h30 e dirige-se a todos os profissionais de saúde interessados, especialistas e internos, que efetuem a inscrição.

“É preciso ter presente que o AVC continua a ser a principal causa de mortalidade em Portugal. Embora seja uma doença prevenível, quando acontece, é imperioso reconhecer rapidamente os sintomas para o encaminhamento hospitalar e garantir a provisão de tratamentos que influenciem positivamente o prognóstico”, sublinha uma das coordenadoras do curso e neurologista, Liliana Pereira.

Tendo em conta que a abordagem diagnóstica e terapêutica na fase aguda tem fortes implicações na vida futura dos doentes, o curso interativo visa aprofundar conhecimentos e aperfeiçoar competências. Nesse sentido, a formação contempla quatro áreas no seu programa científico, sendo elas a abordagem inicial do doente com suspeita de AVC agudo – , a interpretação dos exames imagiológicos, a decisão terapêutica – trombólise e tratamento endovascular consoante as últimas recomendações – e a identificação e orientação de mimetizadores de AVC agudo.

Em mais detalhe, entre outros aspetos, pretende-se que os profissionais desenvolvam a capacidade de descrever dados essenciais na colheita da história clínica, de discriminar exames complementares de diagnóstico a solicitar no atendimento urgente, de identificar alterações frequentes nos exames pedidos na fase aguda, para além de treinarem aspetos da entrevista com o doente, familiares ou cuidadores.

As inscrições, abertas no site da SPAVC, são limitadas para garantir que todos os participantes têm “oportunidade de interagir com os formadores”, explica a médica. Adicionalmente, por forma a potenciar o aproveitamento máximo do tempo despendido nas sessões, será “indicada aos participantes a bibliografia recomendada para leitura e estudo pré-curso”.

A formação conta com o patrocínio científico da European Stroke Organisation (ESO), da World Stroke Organization (WSO) e da Ordem dos Médicos e com o apoio da Tecnimede.

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Editorial | Jornal Médico
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