Primeira bolsa de investigação científica em leucemia linfocítica aguda abre candidaturas a investigadores nacionais e estrangeiros
DATA
21/01/2020 16:41:14
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Jornal Médico
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Primeira bolsa de investigação científica em leucemia linfocítica aguda abre candidaturas a investigadores nacionais e estrangeiros

A Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL) e a Sociedade Portuguesa de Hematologia, com o apoio da Amgen Biofarmacêutica, abriram as candidaturas para a 1ª Edição da Bolsa de Investigação em Leucemia Linfocítica Aguda (LLA).

Esta bolsa, no valor de 10 000 euros, que pretende impulsionar a investigação científica e/ou epidemiológica desta doença hemato-oncológica, terá as candidaturas abertas até 15 de março de 2020.

A bolsa destina-se ao estudo da Leucemia Linfocítica Aguda (LLA) em adultos e/ou em crianças. A incidência de LLA varia com a idade, ocorrendo o maior pico de incidência entre os 2 e os 5 anos de idade, diminuindo durante a adolescência e início da vida adulta, voltando a crescer de forma contínua com o envelhecimento. A bolsa de investigação é dirigida a investigadores nacionais ou estrangeiros a desenvolver projetos em instituições portuguesas, foi criada com o intuito de aumentar o conhecimento sobre esta doença, o diagnóstico, o tratamento, a monitorização e a qualidade de vida dos doentes, assim como conhecer a carga desta doença em Portugal. 

Para o presidente da APCL, Manuel Abecasis, “a Bolsa de Investigação Científica em Leucemia Linfocítica Aguda representa uma excelente oportunidade para todos aqueles que se interessam por esta doença poderem obter financiamento para um projeto de investigação a desenvolver sobre a mesma, não só na área clinica mas também noutros aspetos como a epidemiologia e a compatibilização da doença e seu tratamento com as atividades da vida diária dos doentes. A Amgen está novamente de parabéns ao apoiar esta iniciativa conjunta da SPH e da APCL”.

De acordo com a presidente da SPH, Aida Botelho de Sousa, “esta bolsa constitui um importante incentivo a projetos dos grupos envolvidos no diagnóstico e tratamento da LLA, patologia na qual é crítico melhorar os resultados, em particular no adulto”.

“A Amgen apoia a investigação e o aumento do conhecimento sobre a leucemia linfocítica aguda, o seu diagnóstico e tratamento, contribuindo assim desta forma para a melhoria da prática clínica atual e futura, pondo em prática a missão da AMGEN, melhorar a vida dos doentes”, referiu o diretor-geral da Amgen, Tiago Amieiro.

Os projetos submetidos irão ser avaliados por um júri idóneo, composto por peritos de reconhecido mérito em investigação científica e experiência profissional e/ou académica em hemato-oncologia em Portugal e/ou internacional, nomeado pela APCL e SPH. 

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Editorial | Jornal Médico
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