APIFARMA debate o papel das análises clínicas na deteção e controlo da diabetes
DATA
29/01/2020 11:01:57
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Jornal Médico
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APIFARMA debate o papel das análises clínicas na deteção e controlo da diabetes

No dia 30 de janeiro, a partir das 09h00, a APIFARMA – Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica organiza a Conferência “O Valor do Diagnóstico para o Sistema de Saúde e para o Cidadão – O caso da diabetes”. A iniciativa decorre no Centro de Congresso de Lisboa (Junqueira).

A Comissão Especializada de Meios de Diagnóstico in vitro (Div) pretende apresentar e debater o papel fundamental das análises clínicas na deteção e controlo da doença e consequentemente o contributo para a qualidade dos doentes, analisando para isso o caso particular da diabetes.

O diretor clínico da Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP), João Filipe Raposo, fará uma apresentação dedicada ao “Impacto da Diabetes em Portugal”. Segue-se a apresentação do estudo “A Relevância dos Resultados das Análises Clínicas para o Diagnóstico e Gestão Clínicos – Contributo para a Diabetes”, desenvolvido em colaboração com o Centro de Investigação Sobre Economia Portuguesa (CISEP) sob coordenação de Carlos Gouveia Pinto e de José Zorro Mendes e de Rui Duarte, diabetologista sénior e consultor de diabetologia na Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP).

O Div é um instrumento terapêutico importante e, em muitos casos, imprescindível para o diagnóstico e controlo clínico da generalidade das doenças. Na diabetes, a sua importância é ainda mais decisiva. Desde logo porque define a doença – a diabetes é devida à hiperglicemia –, permite o diagnóstico precoce e a intervenção atempada para reduzir as complicações agudas. Neste contexto assume particular relevo a autovigilância/ autocontrolo uma vez que o Div é fundamental como meio de monitorizar a progressão das complicações microvasculares e macrovasculares da diabetes.

A Sessão de Abertura conta com intervenções do Presidente da Direcção da APIFARMA - Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica, João Almeida Lopes, e do Secretário de Estado da Saúde, António Sales

800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde
Editorial | Jornal Médico
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Se não os tivéssemos seria bem pior! O reforço do Programa Operacional da Saúde com 800 milhões de euros pode ser entendido como sinal político de valorização do setor da saúde. Será uma viragem na política restritiva? O Serviço Nacional de Saúde (SNS) de 40 anos precisa de cuidados intensivos! Há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções. É urgente pensarmos na nova década com rigor e disponibilidade sincera.

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