Instituto Sangue e Transplantação pede mais dádivas para responder a necessidades
DATA
10/02/2020 11:35:14
AUTOR
Jornal Médico
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Instituto Sangue e Transplantação pede mais dádivas para responder a necessidades

O Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) veio comunicar, na sexta-feira passada, que as reservas de sangue “continuam a não fazer face às necessidades”. Por esse motivo, o IPST apela a que se reforcem as dádivas de sangue, em particular dos grupos sanguíneos A e 0.

As reservas de sangue tipo A e tipo 0 estão a um nível “abaixo do recomendado”. A presidente do IPST, Maria Antónia Escoval, justifica ao afirmar que “a maioria dos portugueses tem os grupos sanguíneos A e 0, pelo que naturalmente estes são os que estão mais em falta”.

Para explicar o decréscimo do número de dádivas, o IPST menciona a ocorrência de baixas temperaturas e de casos de gripe durante esta época.

Assim, o IPST apela “não só aos dadores regulares, que apenas tenham realizado uma dádiva em 2019, como a todos os que cumpram os critérios para dádiva de sangue”, por forma a colmatar esta necessidade.

Recorde-se que não há contraindicações para um adulto saudável ser dador de sangue. Os requisitos gerais são os seguintes: ter entre 18 e 65 anos – ou 60 anos, caso seja primeira dádiva –, um peso igual ou superior a 50 quilogramas e hábitos de vida saudáveis. As dádivas podem ser feitas nos vários Centros de Sangue e Transplantação – Lisboa, Porto e Coimbra –, nas unidades hospitalares com serviço de colheita e nas sessões móveis de colheita a decorrer diariamente em diversos locais do país.

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