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Covid-19: OMS reconhece como doença ocupacional no caso dos profissionais de saúde
DATA
26/02/2020 15:55:25
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Covid-19: OMS reconhece como doença ocupacional no caso dos profissionais de saúde

Reconhecendo a doença como uma doença profissional/ocupacional no caso dos profissionais de saúde acometidos pelo novo coronavírus após exposição ou contacto no local de trabalho, a Organização Mundial de Saúde (OMS) sublinhou, numa diretiva, que as entidades empregadoras devem assumir a responsabilidade de assegurar a tomada de medidas preventivas que minimizem a exposição e risco de contágio.

Entre essas medidas destacam-se a implementação de planos de gestão de segurança, a prevenção e controlo de infeção, a instrução quanto à segurança ocupacional e a garantia de disponibilidade de equipamentos de proteção individual, incluindo máscaras, luvas, óculos de proteção, batas e antissético para as mãos.

A propósito do novo coronavírus e perante o “elevado número de doentes regressados de Itália que recorreram nos últimos dias presencialmente” a várias unidades de saúde, o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) já tinha alertado, na segunda-feira, para a necessidade de capacitar os serviços e de criar de medidas de proteção para os profissionais de saúde.

Reforço de stocks de equipamentos de proteção individual, “rápida divulgação” do Plano de Contingência Nacional, “aumento substancial da capacidade de diagnóstico laboratorial” e “criação de equipas dedicadas de vigilância epidemiológica” são algumas das necessidades apontadas pelo SIM, em comunicado. A entidade apelou ainda à alteração do Código de Trabalho no sentido de incluir o isolamento profilático nas faltas justificadas.

Por forma a ajudar a preparar os profissionais de saúde e as unidades de saúde sobre as ações a ter aquando casos de Covid, a OMS disponibiliza, de forma gratuita, um curso online para os profissionais de saúde.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.