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Migração para SClínico CSP/SINUS em 17 unidades de Cuidados de Saúde Primários
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26/02/2020 18:37:46
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Migração para SClínico CSP/SINUS em 17 unidades de Cuidados de Saúde Primários

Com o objetivo de facilitar o acesso à informação clínica de utentes, a SPMS, EPE efetuou a migração do M1 para o SClínico CSP/SINUS em 17 unidades prestadoras de Cuidados de Saúde Primários (CSP) pertencentes à Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARS LVT). Inserido na estratégia de uniformização dos Sistemas de Informação no SNS, o projeto de migração nestas unidades decorre dos pedidos de transição solicitados à SPMS pela ARS LVT.

A agregação da componente administrativa (SINUS) e da componente clínica (SClínico CSP) permite ter registos clínicos num único repositório de informação, possibilitando mais facilmente que se aceda aos registos feitos por diferentes médicos, em todas as zonas do país e noutros níveis de cuidados.

A SPMS, EPE relembra, assim, que os objetivos do processo de migração são, entre outros, garantir que os dados de histórico clínico residentes no M1 transitam para este agregador e oferecer uma melhor interoperabilidade com as outras soluções desenvolvidas pelos SPMS.

Salientando a importância de um “acesso direto e bidirecional” à informação clínica como “mais valia ao serviço da continuidade de cuidados, característica da Medicina Geral e Familiar”, os Serviços Partilhados do Ministério de Saúde reforçam, numa notícia publicada hoje, que “os médicos de família precisam de investir na qualidade dos seus registos e de participar no desenvolvimento das respetivas aplicações informáticas, mantendo-os centrados no doente e nos cuidados de saúde a prestar”. 

Este processo de migração, que visa a utilização de um único sistema de informação clínica, irá continuar em 2020 como forma de uniformizar os registos nos CSP. Prevê-se a implementação do SClínico CSP/SINUS em 23 unidades de saúde inseridas nas ARS LVT, Centro e Algarve.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.