Covid-19: Risco de contágio na UE sobe para elevado
DATA
02/03/2020 12:31:00
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Jornal Médico
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Covid-19: Risco de contágio na UE sobe para elevado

A Comissão Europeia anunciou hoje o lançamento de uma “equipa de resposta” ao novo coronavírus, no mesmo dia em que o Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) subiu o risco de infeção na UE para elevado.

O anúncio foi feito no Centro de Coordenação de Resposta de Emergência da UE, em Bruxelas, pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e cinco comissários europeus, que integram a ‘task force’ formada pelo executivo comunitário para dar resposta ao surto de Covid-19, designadamente os comissários da Gestão de Crises, Janez Lenarcic, da Saúde, Stella Kyriakides, dos Assuntos Internos, Ylva Johansson, dos Transportes, Adina Valean, e da Economia, Paolo Gentiloni.

Depois de Ursula von der Leyen ter anunciado que o nível de risco subiu “de moderado para elevado para as pessoas na UE” – “por outras palavras, o vírus continua a propagar-se”, acrescentou -, a comissária europeia da saúde precisou que, no momento em que decorre a conferência de imprensa, “o ECDC está a publicar a atualização da sua avaliação de risco rápida, na qual aumenta o risco de infeção na UE de ‘baixo a moderado’ para ‘moderado a elevado’”.

“Os diferentes Estados-membros enfrentam diferentes desafios relativamente ao surto de Covid-19. A Itália está a enfrentar uma situação que não é a mesma de outros Estados-membros. No entanto, esta é, para todos, uma situação em constante desenvolvimento, que muda rapidamente, e precisamos de estar todos prontos para novos desenvolvimentos”, sublinhou a comissária Kyriakides.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.