Covid-19: Liga Portuguesa Contra a Sida com linha telefónica de apoio a doentes com VIH
DATA
18/03/2020 10:27:38
AUTOR
Jornal Médico
ETIQUETAS

Covid-19: Liga Portuguesa Contra a Sida com linha telefónica de apoio a doentes com VIH

A Liga Portuguesa Contra a Sida (LPCS) declarou que perante o cenário de evolução do Covid-19, em que se prevê um aumento do número de casos, disponibiliza e reforça o serviço de aconselhamento telefónico, de forma gratuita e acessível para todo o território nacional, num horário entre as 10h30 e 21h30, a pessoas com VIH e outras doenças infeciosas em que possam existir questões relacionadas com o Covid-19.

A presidente da Liga Portuguesa Contra a Sida, Maria Eugénia Saraiva, explica que: “Decidimos apoiar todas as pessoas que vivem com a infeção por VIH e outras doenças infeciosas numa altura de elevada instabilidade para estes grupos de pessoas mais vulneráveis que podem ter mais questões relacionadas com o tema, tal como dificuldade em gerir o stress e ansiedade pela situação que se vive. Assim, para que tenham acesso a este apoio, importa ligar para o número 800 20 10 40. Quando percebermos que as dúvidas nos ultrapassam iremos direcionar para a linha de saúde 24.”

“A responder à chamada estarão psicólogos clínicos e da saúde, sexólogos, que ajudarão a lidar com a ansiedade, profissionais estes ligados à LPCS e à linha SOS SIDA, que este ano completa 29 anos. Mais informo que todas as consultas presenciais, quer na LPCS, quer nos seus respetivos centros de atendimento e apoio integrado em Lisboa e Odivelas/Loures, estão suspensas de forma a prevenir risco de exposição do COVID-19, privilegiando os contactos por email, telefónicos e Skype,” acrescenta ainda Maria Eugénia Saraiva.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.