Covid-19: Primeira campanha da SOS.COVID19.PORTUGAL entregou milhares de máscaras e viseiras
DATA
30/03/2020 18:23:37
AUTOR
Jornal Médico
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Covid-19: Primeira campanha da SOS.COVID19.PORTUGAL entregou milhares de máscaras e viseiras

O SOS.COVID19.PORTUGAL, um movimento criado no âmbito da sociedade civil, angariou 94.021,20 euros em donativos, o que lhes permitiu distribuir, equitativamente,  entre o Hospital de S. João, no Porto, o Hospital de Sta. Maria, em Lisboa e o Hospital Garcia de Orta, em Almada, uma grande quantidade de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), nomeadamente, 39.025 máscaras cirúrgicas, 3.000 máscaras FFP2 e 3.335 viseiras.

Dos 94.021,20 euros angariados, 29.962,20 foram provenientes de outro movimento denominado STOP.COVID.PT que, para o efeito, se juntou a esta causa comum.

O equipamento proveniente da China chegou ao nosso país no passado dia 26 de março, tendo sido entregue nos referidos hospitais dois dias depois, estando nesta altura já em utilização.

Com esta entrega finaliza-se uma campanha, que em cerca de 15 dias conseguiu marcar alguma diferença nos referidos hospitais.  As organizadoras agradecem a generosidade de todos os que contribuíram para tornar possível esta oferta.

Face ao sucesso da primeira campanha e devido aos pedidos efetuados para a manutenção desta plataforma solidária, o SOS.COVID19.PORTUGAL inicia, hoje, uma nova campanha de angariação de fundos para aquisição de máscaras, luvas e protetores de sapatos para serem entregues juntos dos 521 lares de idosos 1 190 instituições de Cuidados Continuados  que integram a União das Misericórdias de Portugal.

Deixar cair com violência o que é desnecessário e aproveitar a oportunidade
Editorial | Rui Nogueira, presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
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Assaltar o desnecessário. Rasgar a burocracia. Rejeitar o desperdício. Anular a perda de tempo. As aprendizagens da pandemia serão uma ótima oportunidade para acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. O estado de emergência e o estado de calamidade ensinaram-nos muito! É necessário desconfinar o centro de saúde e reinventar o conceito com unidades de saúde aprendentes e inovadoras.

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