Melanoma: O papel da imunoterapia como estratégia terapêutica
DATA
11/05/2020 10:44:33
AUTOR
Jornal Médico
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Melanoma: O papel da imunoterapia como estratégia terapêutica

Assinala-se hoje, 11 de maio, o Dia Europeu do Melanoma, doença que surge devido à proliferação maligna dos melanócitos e que, em 95% dos casos, é cutânea. 

Ocasionalmente, os melanomas podem aparecer noutras partes do corpo que possuem tecidos pigmentados, como a retina dos olhos e nas mucosas (boca, nariz, área genital, entre outros), sendo estes mais raros.

A Associação Portuguesa de Cancro de Pele estima que, este ano, vão aparecer 13 mil novos casos de cancro de pele no País, dos quais mais de mil são de melanoma.

Quando diagnosticado precocemente, o melanoma apresenta uma taxa de cura acima dos 90%, um dado que sublinha a importância da monitorização de nevos suspeitos para a deteção e tratamento precoces.

No estadio localmente avançado e metastático, tem-se assistido, ao longo dos últimos anos, à multiplicação de ensaios clínicos que usam a imunoterapia e terapêuticas alvo como estratégias terapêuticas, quer em contexto de tratamento paliativo, quer em contexto adjuvante. A terapêutica adjuvante, aprovada mais recentemente, visa reduzir o risco de recorrência do melanoma após a sua remoção cirúrgica.

Para assinalar a efeméride, a MSD lançou hoje webletter infográfica com informação sobre os sinais, estadiamento e tratamento sistémico no melanoma localmente avançado e metastático.

Veja aqui:

 

infografia melanoma

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