Bolsas de Cidadania distinguem projetos de saúde com total de 60 mil euros
DATA
09/07/2020 10:49:46
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Jornal Médico
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Bolsas de Cidadania distinguem projetos de saúde com total de 60 mil euros

Os vencedores da 6.ª edição das Bolsas de Cidadania, que este ano atingiu o recorde de candidaturas, serão conhecidos na próxima segunda-feira, dia 13 de julho. Trata-se de uma iniciativa da Roche, que reconhece projetos e ideias de Associações de Doentes e outras Organizações Não Governamentais que promovem a saúde e informação dos doentes.

O anúncio dos premiados será feito online, no site da empresa, aos quais serão atribuídos um total de 60 mil euros, distribuídos por seis projetos – 20 mil euros (uma bolsa), 15 mil euros (uma bolsa), 10 mil euros (uma bolsa) e 5 mil euros (três bolsas).

De acordo com a organização, as bolsas atribuídas procuram “fomentar a participação dos cidadãos nos processos de decisão em saúde, a informação dos doentes sobre os seus direitos, assim como a sua participação nas decisões individuais de tratamento”.

A escolha dos vencedores da Bolsa de Cidadania Roche foi feita por um “júri independente”, que integra a antiga ministra da Saúde Maria de Belém Roseira, o assessor da Presidência da República Mário Pinto, o coordenador nacional da Pastoral da Saúde José Pereira de Almeida, a médica e ex-presidente do Infarmed, Maria do Céu Machado, a jornalista e vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas, Isabel Nery e a diretora de Acesso ao Mercado e Assuntos Externos da Roche, Cláudia Ricardo.

A Roche explica que, entre as 45 candidaturas, um número recorde nas seis edições das Bolsas de Cidadania, são considerados preferenciais os projetos que “informem os doentes dos seus direitos de acesso à informação e ao envolvimento nas decisões individuais de cuidados de saúde; incrementem a participação dos cidadãos e dos doentes nos processos de decisão em saúde; contribuam para o incremento da qualidade de vida dos doentes e seus cuidadores em sociedade; promovam os ganhos em saúde dos cidadãos; e aumentem a literacia em saúde da população”.

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Editorial | Jornal Médico
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