Novo bloco operatório do IPO de Coimbra deverá estar concluído até final do ano
DATA
04/08/2020 16:53:22
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Jornal Médico
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Novo bloco operatório do IPO de Coimbra deverá estar concluído até final do ano

O novo bloco operatório do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Coimbra, orçado em 1,83 milhões de euros, deverá estar concluído até ao final do ano, anunciou hoje a unidade hospitalar.

O designado Bloco Operatório Periférico inclui duas salas operatórias, uma unidade de cuidados pós-anestésicos, uma sala de indução anestésica, uma zona de desinfeção, uma sala de desinfeção, vestiários, uma sala de arrumos e outra para o pessoal, parque de camas, transfer e um posto administrativo.

Segundo o IPO de Coimbra, a obra teve início na segunda-feira e representa o "lançamento da primeira pedra" da ampliação e requalificação do Edifício de Cirurgia, cujos trabalhos foram adjudicados por 27,92 milhões de euros e estão previstos para o segundo trimestre de 2021.

A instalação do Bloco Operatório Periférico visa acolher parte substancial da atividade cirúrgica durante o período da obra de ampliação e requalificação do Edifício de Cirurgia, explica a unidade hospitalar, em comunicado.

"Isto porque, o atual Edifício de Cirurgia - onde atualmente funciona o bloco operatório - só poderá ser desativado depois de existir uma alternativa que garanta a continuidade da atividade cirúrgica", salienta a nota.

Para o IPO de Coimbra, "são estes investimentos que fortalecem a confiança dos doentes e dos colaboradores, num Hospital que aposta na inovação, na modernidade e na segurança".

O Conselho de Administração salienta ainda que se trata de "um investimento imprescindível e estruturante para o IPO de Coimbra e para a região Centro, reforçando a confiança dos doentes e profissionais num Serviço Nacional de Saúde moderno, sustentável e seguro".

O início da construção do novo bloco operatório foi assinalado na manhã de hoje com uma cerimónia simbólica, em que participaram o secretário de Estado da Saúde, António Sales, e a presidente da Administração regional de Saúde do Centro, Rosa Reis Marques, entre outras entidades.

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Editorial | Jornal Médico
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