Bastonário dos médicos assinala “41 anos de dedicação, humanismo, resiliência e competência” do SNS
DATA
15/09/2020 10:14:58
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Jornal Médico
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Bastonário dos médicos assinala “41 anos de dedicação, humanismo, resiliência e competência” do SNS

O Serviço Nacional de Saúde (SNS) completa hoje 41 anos e, em nota enviada às redações, o bastonário da Ordem dos Médicos (OM), Miguel Guimarães, assinala “uma história de quatro décadas em que prevalece a imagem de sucesso, ainda que marcada, sobretudo nos últimos 10 anos, por muita apreensão pela falta de investimento e de uma visão estratégica que permita que o código genético e a essência do SNS continuem a fazer parte do futuro dos portugueses”.

Diz o bastonário que “ninguém duvida hoje da força do SNS e da sua importância”. E acrescenta que “a pandemia, com tudo o que de negativo nos trouxe, permitiu voltar a unir os portugueses em torno de um objetivo comum: ter um serviço de saúde forte e que responda aos grandes desafios da humanidade”.

A OM “não podia deixar de se associar a mais este aniversário do SNS, dedicando-o aos médicos que fizeram, fazem e continuarão a fazer parte deste percurso de dedicação, humanismo, resiliência e competência técnica”, sintetiza Miguel Guimarães, advogando que “chegou a hora de fazer acontecer, de transformar num plano de ação todas as boas ideias e projetos que vêm a ser apresentados e propostos ao longo de muitos anos. Chegou a hora de dar aos médicos, e a todos os profissionais de saúde, as condições adequadas para desenvolverem o seu trabalho, no superior interesse do doente, com qualidade e dignidade. Chegou a hora de permitir que quem todos os dias constrói o SNS possa ser ouvido e ter uma palavra determinante. Chegou a hora de passar das promessas para a concretização do ansiado reforço financeiro e de capital humano”.

O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Editorial | Jornal Médico
O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. Encontrar uma nova visão e adotar uma nova estratégia útil na nossa prática clínica quotidiana. Valorizar as unidades de saúde por estarem a dar as respostas adequadas e seguras é o mínimo que se exige, mas é urgente e inevitável um plano de investimento nos centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.

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