XXII Congresso Português de Reumatologia realiza-se em outubro

A Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR) vai realizar o 22º Congresso Português de Reumatologia (CPR), de 13 a 16 de outubro de 2020, este ano em formato virtual devido às restrições no âmbito da COVID-19.

O evento pretende debater e refletir sobre o presente e futuro da reumatologia em Portugal, sobre a importância da acessibilidade à Reumatologia e como ela, sendo manifestamente desequilibrada, foi posta em causa com a pandemia.

De acordo com Luís Cunha Miranda, presidente da Sociedade Portuguesa de Reumatologia, “este congresso é também um congresso de balanço de uma direção que tinha como estratégia acelerar a SPR para o século XXI com a aposta numa nova imagem, num blogue para doentes e aposta nas redes sociais, num novo site e uma maior ligação digital aos doentes e sócios, numa revista (Acta Reumatológica Portuguesa) só em inglês e totalmente digital, na reedição do boletim informativo da SPR em formato digital, em novas formas de formação como o e-learning para MGF, em conceitos inovadores como o Fórum Art & Treat, num Reuma.pt com ecrãs tácteis para doentes nos hospitais de dia, entre outros. Gratificamo-nos que em todas estas iniciativas tivemos um inexcedível apoio e entusiasmo de todos os reumatologistas e internos e essas foram apostas ganhas por todos”.

O Congresso Português de Reumatologia vai abordar entre diversos temas: ‘DMARDs sintéticos e biológicos’; ‘Distúrbios do Sono e doenças reumáticas: como gerir’; ‘A doença de Behçet’; ‘Controvérsias em Osteoporose’; ‘Doenças Reumáticas e Músculoesqueléticas Induzidas por Fármacos’; ‘Gestão do doente em remissão’; ‘Dor & Inflamação’.

O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Editorial | Jornal Médico
O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. Encontrar uma nova visão e adotar uma nova estratégia útil na nossa prática clínica quotidiana. Valorizar as unidades de saúde por estarem a dar as respostas adequadas e seguras é o mínimo que se exige, mas é urgente e inevitável um plano de investimento nos centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.

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