Centro de Saúde da Fernão Magalhães em Coimbra deverá estar concluído dentro de ano e meio
DATA
29/09/2020 12:29:44
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Jornal Médico
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Centro de Saúde da Fernão Magalhães em Coimbra deverá estar concluído dentro de ano e meio

O novo Centro de Saúde da Fernão Magalhães, em Coimbra, que abrange 30 mil utentes, vai estar concluído dentro de ano e meio, anunciou ontem a presidente da Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC).

O anúncio foi feito por Rosa Reis Marques durante, após a consignação da obra por 4,7 milhões de euros, que conta com financiamento de 75% do Programa Operacional Centro 2020, no âmbito de uma reprogramação física, financeira e temporal da empreitada.

"Finalmente, estamos a celebrar o nascimento de uma obra ansiada por todos", salientou a presidente da ARSC, referindo que a futura unidade de saúde terá as "valências necessárias", uma área de fisioterapia e, eventualmente, médico dentista.

Rosa Reis Marques adiantou ainda que as atuais extensões do Centro de Saúde da Fernão Magalhães se vão manter abertas, quando entrar em funcionamento o novo edifício.

As obras do novo Centro de Saúde Fernão de Magalhães deveriam ter começado em 2018 e estar concluídas em 2020.

O atual Centro de Saúde serve cerca de 30 mil pessoas e funciona há anos num espaço "sem o mínimo de condições para o desempenho das suas funções e para o conforto dos utentes".

Na cerimónia ao ar livre, o presidente da Câmara de Coimbra, Manuel Machado, salientou que o "mais debilitado e mais mal instalado centro de saúde do país começa a ter solução".

O autarca frisou a "longuíssima" caminhada de uma obra que era uma "necessidade imperiosa" na cidade de Coimbra.

"Para haver boa prestação de bons cuidados médicos é preciso existir instalações condignas e objetivamente é o que falta, pelo que este passo é importantíssimo", disse.

Aos jornalistas, os presidentes da ARSC e da Câmara de Coimbra anunciaram ainda que, dentro de mês de meio, será consignada a obra de requalificação do Centro de Saúde de Celas, na Alta da Cidade, por 2,3 milhões de euros.

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Editorial | Jornal Médico
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Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. Encontrar uma nova visão e adotar uma nova estratégia útil na nossa prática clínica quotidiana. Valorizar as unidades de saúde por estarem a dar as respostas adequadas e seguras é o mínimo que se exige, mas é urgente e inevitável um plano de investimento nos centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.

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