Covid-19: Governo quer agilizar aplicação de rastreio `Stayaway Covid´
DATA
13/10/2020 11:15:29
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Jornal Médico
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Covid-19: Governo quer agilizar aplicação de rastreio `Stayaway Covid´

O presidente dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) disse ontem que a aplicação de rastreio ‘StayAway Covid’, que já foi descarregada por mais de um milhão de pessoas, vai ser agilizada.

“Estamos a estudar algumas novas abordagens à app. Solicitámos à Comissão Nacional de Proteção de Dados [CNPD] algumas indicações para, dentro do quadro da privacidade, criar condições para agilizar algumas operações”, afirmou Luís Goes Pinheiro.

Na conferência de imprensa de atualização da situação da pandemia de Covid-19 em Portugal, o responsável disse que, em cooperação com a Direção-Geral da Saúde (DGS), vai ser intensificada a formação dada a médicos, responsáveis por inserir na aplicação os códigos de quem está infetado, de forma a que não tenham dúvidas sobre os procedimentos.

“Haverá um `webinar´ esta semana e outras ações para garantir que não há nenhum utilizador do sistema que não saiba as operações que deve fazer”, observou.

A aplicação móvel, lançada no dia 01 de setembro, permite rastrear, de forma rápida e anónima e através da proximidade física entre ‘smartphones’, as redes de contágio por Covid-19, informando os utilizadores que estiveram, nos últimos 14 dias, no mesmo espaço de alguém infetado com o novo coronavírus. A sua instalação é voluntária.

Luís Goes Pinheiro referiu que o objetivo é melhorar a aplicação, mantendo os princípios que a norteiam, nomeadamente o princípio da liberdade.

A ‘StayAway Covid’ é uma aplicação que assenta na liberdade de descarregar, de usar, de inserir o código gerado e de ligar para a Linha Saúde 24 caso seja considerado de alto risco, frisou.

Sobre o número de notificações geradas até agora, Luís Goes Pinheiro referiu que está “em linha com outros países europeus”, dando o exemplo da Áustria com 900 mil instalações e 56 códigos gerados, a Itália com sete milhões de instalações e 257 códigos gerados, a Polónia com 860 mil instalações e 45 códigos gerados e a Finlândia com 2,3 milhões de instalações e 158 códigos gerados.

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Editorial | Jornal Médico
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