Covid-19: Serviços de medicina intensiva de adultos com ocupação de 71% no Centro
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19/10/2020 11:07:41
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Jornal Médico
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Covid-19: Serviços de medicina intensiva de adultos com ocupação de 71% no Centro

Os serviços de medicina intensiva de adultos dos hospitais da região Centro registavam na sexta-feira uma taxa de ocupação entre 60% (nível III) e 80% (nível II), segundo dados da Administração Regional de Saúde (ARS).

Numa resposta à agência Lusa, é referido que os hospitais da região têm, no total, 5.303 camas.

No caso específico das unidades polivalentes dedicadas a adultos geridas pela medicina intensiva, existem 119 camas de nível II (vulgarmente denominados cuidados intermédios, sem necessidade de ventilação mecânica invasiva), que na sexta-feira registavam uma ocupação de 80%.

Há também 93 camas de nível III (designadas de intensivas e destinadas a doentes críticos de maior gravidade e complexidade), com uma taxa de ocupação de 60%.

No conjunto dos níveis II e III, estão ocupadas 151 camas, correspondendo a cerca de 71%.

Segundo a ARS, nestas unidades de níveis II e III “a taxa de ocupação por doentes Covid-19 era de 35%”.

“A capacidade de internamento por Covid e não Covid nos hospitais da região Centro está perfeitamente assegurada, o ambiente é tranquilo e a capacidade de camas instalada permitirá responder às necessidades que forem surgindo”, acrescenta.

A pandemia de Covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e quase 40 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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Editorial | Jornal Médico
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Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. Encontrar uma nova visão e adotar uma nova estratégia útil na nossa prática clínica quotidiana. Valorizar as unidades de saúde por estarem a dar as respostas adequadas e seguras é o mínimo que se exige, mas é urgente e inevitável um plano de investimento nos centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.

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