Hospital de S. João da Madeira aumenta 4% as cirurgias de ambulatório

A Unidade de Cirurgia de Ambulatório (UCA) de S. João da Madeira do Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga (CHEDV) realizou até agosto deste ano um total de 3.341 intervenções em cirurgia de ambulatório, o que representa mais 4% do que as realizadas em igual período no ano anterior (3.210).

Os serviços com maior número de intervenções realizadas até ao mês de agosto foram Cirurgia Geral que aumentou as cirurgias em 8% passando de 789 para 854; o Serviço de Ortopedia que passou de 417 intervenções para 428, um crescimento de 3%; e Urologia, com um crescimento de 68%, ao passar de 75 cirurgias em ambulatório para um total de 126.

“Este ano, em que tivemos de suspender praticamente toda a cirurgia convencional durante mais de dois meses, esta estratégia ainda produziu melhores resultados. Apesar dos constrangimentos derivados do período mais agudo da pandemia, em março, abril e maio, a verdade é que o esforço de recuperação encetado desde então está a produzir excelente resultado”, afirmou o presidente do conselho de administração do CHEDV, Miguel Paiva.

“Conseguimos, por isso, não só recuperar a atividade pedida nesses meses, como ainda estar a registar aumentos face ao ano 2019 (que já havia sido o melhor de sempre), o que é notável”, acrescentou.

Em funcionamento desde 2009, a Unidade de Cirurgia de Ambulatório do Hospital de S. João da Madeira é uma referência nacional em Cirurgia de Ambulatório, tendo obtido o nível de Excelência Clínica da Entidade Reguladora de Saúde (ERS).

O Hospital de S. João da Madeira tem recebido consecutivamente a Excelência Clínica máxima, atribuída pela ERS, na área de Cirurgia de Ambulatório, demonstrando assim cumprir todos os critérios de qualidade exigidos, de acordo com o Sistema Nacional de Avaliação em Saúde (SINAS).

O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Editorial | Jornal Médico
O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. Encontrar uma nova visão e adotar uma nova estratégia útil na nossa prática clínica quotidiana. Valorizar as unidades de saúde por estarem a dar as respostas adequadas e seguras é o mínimo que se exige, mas é urgente e inevitável um plano de investimento nos centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.

Mais lidas