ARSLVT com mais 66 camas em Cuidados Continuados
DATA
28/10/2020 09:44:42
AUTOR
Jornal Médico
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ARSLVT com mais 66 camas em Cuidados Continuados

A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) passou a dispor de mais 66 lugares na Rede Nacional de Cuidados Continuados (RNCCI). Estas camas, suportadas em conjunto pela Saúde e Segurança Social, visam libertar hospitais de casos com indicação para RNCCI e assim contribuir para o aumento e melhoria da resposta à pandemia por SARS-CoV-2 na região.

A distribuição das novas camas ocorreu nas seguintes tipologias: a Unidade de Convalescença recebeu 10 camas no concelho de Lisboa e à Unidade de Média Duração e Reabilitação foram destinadas 14 camas no concelho de Cascais, duas camas no concelho de Sintra e 4 camas no concelho de Setúbal.

A Unidade de Longa Duração e Manutenção figurou ainda neste reforço, recebendo 20 camas no concelho de Cascais, 10 camas no concelho de Almada e seis camas no concelho de Setúbal.

Estes lugares foram abertos em Unidades de Cuidados Continuados que já colaboravam com a RNCCI, tendo sido alvo de contratos-programa celebrados para o ano de 2020, ao abrigo do Despacho nº 3871/2020, de 30 de março. Desta forma, agiliza-se o processo de colocação de utentes na RNCCI.

Nos Cuidados Continuados de Saúde Mental, a região de Lisboa e Vale do Tejo conta ainda com uma equipa de apoio domiciliário que realiza oito visitas diárias aos utentes e 66 lugares nas tipologias de residência de apoio moderado a 10 lugares de residência e a 24 lugares de apoio máximo. E ainda a 19 lugares de residência de treino de autonomia e a 13 lugares de residência autónoma.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.