Nuno Jacinto é o novo presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
DATA
23/11/2020 09:57:50
AUTOR
Jornal Médico
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Nuno Jacinto é o novo presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar

A lista SER APMGF, liderada por Nuno Jacinto, ganhou as eleições para os órgãos nacionais da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF). Estas decorreram a 21 de novembro, tendo a lista sido eleita com 283 votos para a Direção Nacional, 277 para o Conselho Fiscal e 284 para a Mesa da Assembleia Geral.

 

Nuno Jacinto terá na sua equipa Paula Broeiro, Susete Simões e António Luz Pereira como vice-presidentes, Nina Monteiro como secretária e Gil Lopes como tesoureiro.

O presidente recém-eleito afirma a sua vontade de trabalhar em colaboração, convicto que assim será possível levar a missão da sua equipa a “bom porto”.  Nuno Jacinto agradeceu a todos os que participaram nas eleições, fazendo um destaque especial a Rui Nogueira pela sua colaboração.

Relativamente à execução da sua presidência, Nuno Jacinto afirmou: “É, para nós, motivo de alegria e de um grande orgulho a vitória nestas eleições, para além de um privilégio conseguirmos chegar à Direção Nacional da APMGF. Temos, agora, uma responsabilidade enorme perante os sócios que nos atribuíram esta tarefa e perante todos os médicos de família, de dignificar a nossa especialidade e a nossa Associação, em particular”

Numa entrevista recente ao Jornal Médico, o novo presidente da APMGF, destacou a necessidade de reinvenção e readaptação, definindo três eixos estratégicos no seu programa eleitoral: a inclusão de todos os médicos de família, o reforço do desenvolvimento técnico-científico e a qualidade e segurança do exercício profissional.  

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.