APDP aposta na educação de pais e cuidadores de crianças e jovens com diabetes

A Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) vai realizar o webinar “As equipas multidisciplinares e as teleconsultas para a população com diabetes”, que se destina a pais e cuidadores de crianças e jovens com diabetes tipo 1, faz parte de um conjunto de webinares gratuitos que a associação tem dinamizado para desmitificar as preocupações relacionadas com a diabetes em tempo de pandemia.

O evento tem lugar través da plataforma Zoom e com transmissão em direto na página do Facebook da associação (@apdpdiabetes), no próximo dia 16 de dezembro, às 21 horas,

“Esta é mais uma iniciativa para mostrar o nosso apoio durante a pandemia, tendo como objetivo ajudar na transição para esta nova realidade. Neste caso, o alvo são os pais e outras pessoas que diariamente cuidam de crianças e jovens com diabetes tipo 1. Além disto, as crianças são o nosso futuro e quem melhor para as educar do que os pais e cuidadores?”, afirma José Manuel Boavida, presidente da APDP. 

O evento será totalmente online e contará com a participação de Sofia Castro, pediatra da APDP, Duarte Matos, enfermeiro de crianças e jovens da APDP, Maria João Afonso, nutricionista da APDP, e Ana Lúcia Covinhas, psicóloga da APDP.  

“Devido à Covid-19 a APDP mantém consultas presenciais apenas para situações específicas. Este webinar serve para abordar a importância das teleconsultas e a mais-valia destas nesta situação atípica. É graças à existência de uma equipa multidisciplinar dedicada e altamente especializada que a APDP faz o acompanhamento de crianças e jovens com Diabetes tipo 1 desde o seu diagnóstico”, explica o diretor clínico da APDP e moderador do evento, João Filipe Raposo.

Crónicas de uma pandemia anunciada
Editorial | Jornal Médico
Crónicas de uma pandemia anunciada

Era 11 de março de 2020, quando a Organização Mundial de Saúde declarou o estado de Pandemia por COVID-19 e a organização dos serviços saúde, como conhecíamos até então, mudou. Reorganizaram-se serviços, redefiniram-se prioridades, com um fim comum: combater o SARS-CoV-2 e evitar o colapso do Serviço Nacional de Saúde, que, sem pandemia, já vivia em constante sobrecarga.

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