Covid-19: Vacinação em lares do continente arrancou com uma utente de 100 anos
DATA
04/01/2021 17:04:02
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Jornal Médico
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Covid-19: Vacinação em lares do continente arrancou com uma utente de 100 anos
A vacinação contra a covid-19 nos lares de idosos no continente arrancou hoje em Mação, tendo sido uma utente de 100 anos a receber a primeira das 112 vacinas a administrar em duas instituições deste concelho.

O início do processo de vacinação decorreu na Casa de Idosos de São José das Matas perante a presença de vários membros do Governo, entre os quais a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, num dia em que a vacinação decorre também na Santa Casa da Misericórdia de Cardigos, outro lar do concelho de Mação, abrangendo um total de 112 utentes e funcionários das duas instituições deste município do distrito de Santarém.

A primeira utente vacinada, cerca das 15:10, foi Celeste Heleno, de 100 anos, seguindo-se um homem de 94 e uma mulher de 90, num total de 56 na Cssa de Idosos de São José das Matas, a que se somarão outros 56, no lar da Santa Casa da Misericórdia de Cardigos.

Depois de se ter iniciado o processo no dia 27 de dezembro com a administração da primeira dose da vacina da Pfizer-BioNTech a profissionais de saúde, a ministra da Saúde, Marta Temido, tinha assegurado que a primeira fase da campanha de vacinação iria alargar-se aos lares situados nos 25 concelhos em risco extremo de incidência da covid-19, de acordo com os dados mais recentes da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.