Covid-19: AstraZeneca/Oxford anuncia entregas da sua vacina abaixo do previsto
DATA
26/01/2021 09:12:13
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Jornal Médico
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Covid-19: AstraZeneca/Oxford anuncia entregas da sua vacina abaixo do previsto
As entregas da vacina AstraZeneca/Oxford na Europa, sob reserva da sua aprovação, vão ser inferiores ao previsto, devido a uma “baixa de rendimento” num local de produção, avisou o grupo britânico em declarações à agência de notícias francesa AFP.

A Agência Europeia dos Medicamentos (EMA) anunciou, em 12 de janeiro, que tinha recebido um pedido de autorização para a vacina AstraZeneca/Oxford contra o novo coronavírus. Na altura, também avançou que poderia divulgar a sua decisão em 29 de janeiro.

“Se bem que não haja prazo previsto para o início dos envios da nossa vacina, se recebermos a aprovação da Europa, os volumes iniciais serão inferiores às previsões iniciais devido a uma baixa de rendimento em um dos locais de produção da nossa cadeia de aprovisionamento europeia”, explicou uma porta-voz da AstraZeneca à AFP.

Inicialmente, a Comissão Europeia tinha reservado até 400 milhões de doses desta vacina. “Vamos fornecer dezenas de milhões de doses em fevereiro e março à União Europeia e vamos continuar a aumentar os volumes de produção”, acrescentou a porta-voz, sem detalhar quantidades.

A União Europeia e a EMA estão “sob pressão” para acelerar a aprovação de novas vacinas contra o novo coronavírus.

A vacina AstraZeneca/Oxford “tem a vantagem de ser mais barata a produzir do que as outras. É também mais fácil de armazenar e transportar, em particular quando comparada com a da Pfizer/BioNTech, que deve ser conservada a temperaturas muito baixas (70 graus negativos)”, pode ler-se em comunicado.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.