Luís Bronze toma posse da presidência da SPH a 17 de abril
DATA
01/04/2021 14:58:05
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Jornal Médico
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Luís Bronze toma posse da presidência da SPH a 17 de abril

No próximo dia 17 de abril realiza-se a sessão de tomada de posse dos novos Corpos Sociais da Sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPH), para o biénio de 2021-2023. Luís Bronze, cardiologista, diretor de Saúde da Marinha Portuguesa e investigador integrado do Centro de Investigação e Desenvolvimento do Instituto Universitário Militar (CIDIUM), será o novo presidente.

“É um grande orgulho ter sido escolhido para a esta honrosa posição. Esta eleição enriquece também a minha carreira clínica e científica. E, certamente, espero que contribua para o esforço que constitui o combate às doenças cardiovasculares, fonte de tanto sofrimento. Afinal, é mister da alma de cada médico o alívio da dor dos seus semelhantes. Também foi e será sempre aquele o meu objetivo, enquanto médico”, salienta Luís Bronze, em nota enviada.

A SPH sublinha que neste momento “as sociedades científicas são muito importantes para assegurar a informação científica mais atual e as boas práticas em relação à sua área científica de interesse. Esse papel é ainda mais relevante neste tempo pandémico em que as informações se sucedem, muitas vezes contraditórias e eivadas de ‘achismo’”.

Acrescenta ainda que “no seu mandato, Luís Bronze quer dar destaque aos principais desafios que são contribuir de todas as formas para o diagnóstico, combate e informação pública relativas a esta doença crónica”.

Entre outros cargos, é coordenador da linha de investigação da saúde, no Centro de Investigação Naval (CINAV), Escola Naval, Marinha Portuguesa. É também diretor de Saúde da Marinha Portuguesa desde 26 de julho de 2018 e investigador integrado do Centro de Investigação e Desenvolvimento do Instituto Universitário Militar (CIDIUM). 

Crónicas de uma pandemia anunciada
Editorial | Jornal Médico
Crónicas de uma pandemia anunciada

Era 11 de março de 2020, quando a Organização Mundial de Saúde declarou o estado de Pandemia por COVID-19 e a organização dos serviços saúde, como conhecíamos até então, mudou. Reorganizaram-se serviços, redefiniram-se prioridades, com um fim comum: combater o SARS-CoV-2 e evitar o colapso do Serviço Nacional de Saúde, que, sem pandemia, já vivia em constante sobrecarga.

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