Abertas candidaturas para a 3.ª edição do prémio MSD Investigação em Saúde
DATA
06/04/2021 10:13:49
AUTOR
Jornal Médico
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Abertas candidaturas para a 3.ª edição do prémio MSD Investigação em Saúde
A MSD Portugal abriu as candidaturas para 3.ª edição do prémio MSD de Investigação em Saúde, uma iniciativa que pretende distinguir projetos científicos inovadores, de qualidade e com impacto real na saúde, que desejem ser apoiados na sua implementação em Portugal. O período de candidaturas desta edição decorre até 17 de maio.

 

Em comunicado, a farmacêutica explica que “podem concorrer equipas de profissionais de saúde em representação de instituições de prestação de cuidados de saúde, públicas ou privadas, assim como de instituições científicas sem fins lucrativos”, sublinhado que “terão de ser constituídas, no mínimo, por um médico interno e um médico especialista”.

“Em 2020, num ano tão particular marcado pela conjuntura pandémica, o Prémio MSD de Investigação em Saúde superou todas as expectativas com os resultados alcançados. Foram contabilizadas mais de 100 candidaturas, submetidas por equipas e instituições científicas de 28 áreas de interesse, onde se destaca a Oncologia, a Cardiologia, a Endocrinologia e a Infeciologia, provenientes de 14 distritos”, salienta.

A comissão de avaliação é constituída por Catarina Resende de Oliveira, Emília Monteiro, Henrique Luz Rodrigues, Jorge Torgal Garcia, Manuel Abecasis, Mariana Monteiro e Nuno Sousa.

Para selecionar o vencedor, ao qual será atribuído um prémio no valor de 10 mil euros a comissão de avaliação terá em consideração critérios como “a criatividade, relevância do projeto para a população-alvo, estrutura, objetivo, metodologia e exequibilidade dos protocolos”. Este ano, será ainda atribuída uma menção honrosa no valor de 1 500 euros a cada uma das duas candidaturas finalistas.

Os vencedores da edição de 2021 do prémio MSD de Investigação em Saúde serão conhecidos na conferência Leading Innovation, Changing Lives, que decorrerá a 6 de novembro.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.