Cerca de 7700 estudantes de medicina e enfermagem vacinados até 25 de abril
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14/04/2021 10:20:58
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Jornal Médico
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Cerca de 7700 estudantes de medicina e enfermagem vacinados até 25 de abril

O secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Sobrinho Teixeira, anunciou que cerca de 7700 estudantes de Medicina e Enfermagem deverão ser vacinados contra a Covid-19 na próxima semana, entre os dias 19 e 25 de abril.

Os dois grupos a que o governante se refere incluem os estudantes no quarto ano do curso de Enfermagem e no sexto ano de Medicina, por se encontrarem em contexto hospitalar, semelhante aos profissionais de saúde, noticiou a agência Lusa.

Durante a audiência regimental do ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, a pandemia da Covid-19 e as medidas de segurança nas instituições de ensino foram tópicos abordados.

Relativamente à vacinação, a deputada do PSD Isabel Lopes criticou o executivo por os docentes e não docentes do ensino superior não estarem incluídos nos grupos prioritários, tal como acontece com os restantes níveis de ensino.

"São as autoridades de saúde que devem definir as prioridades da vacinação e não é altura para ficarmos com movimentos corporativos", justificou Manuel Heitor.

Por outro lado, relativamente aos rastreios, o ministro recordou que as instituições científicas e de ensino superior já receberam 66 mil kits de testes rápidos de antigénio, disponibilizados pela Cruz Vermelha Portuguesa.

De acordo com o governante, algumas instituições já iniciaram os rastreios junto dos trabalhadores, sendo que os alunos que regressarem ao ensino presencial deverão começar a ser testados a partir de segunda-feira. Acrescentou ainda que que além dos 66 mil testes, as universidades e politécnicos podem continuar a receber `kits` semanalmente, caso se verifique essa necessidade.

Crónicas de uma pandemia anunciada
Editorial | Jornal Médico
Crónicas de uma pandemia anunciada

Era 11 de março de 2020, quando a Organização Mundial de Saúde declarou o estado de Pandemia por COVID-19 e a organização dos serviços saúde, como conhecíamos até então, mudou. Reorganizaram-se serviços, redefiniram-se prioridades, com um fim comum: combater o SARS-CoV-2 e evitar o colapso do Serviço Nacional de Saúde, que, sem pandemia, já vivia em constante sobrecarga.

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