FORMII organiza curso de Investigação Clínica em Medicina Interna
DATA
23/04/2021 14:12:01
AUTOR
Jornal Médico
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FORMII organiza curso de Investigação Clínica em Medicina Interna

O centro de Formação em Medicina Interna (FORMII) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) vai realizar um curso de investigação clínica em Medicina Interna, nos dias 22 e 29 de maio e 12 junho, e pretende estabelecer fundamentos sólidos de investigação clínica em especialistas e internos de Medicina Interna.

O curso “Introdução à Investigação Clínica em Medicina Interna (ICMI) – Como desenvolver um Projecto de Investigação Clínica?”, que irá decorrer em Braga, é da responsabilidade do Núcleo de Estudos de Formação em Medicina Interna (NEForMI) e realiza-se no âmbito da atividade do Centro de Formação em Medicina Interna (FORMI) integrando o seu Plano Anual de Formação, tratando-se de um curso de formação profissional com certificação DGERT, conforme comunicado enviado.

“Esta formação, com certificação DGERT, a par de conceitos básicos de Epidemiologia, vai abordar questões éticas e de aplicabilidade da investigação clínica à realidade portuguesa e os fundamentos para a utilização de ferramentas em investigação, procurando que os conceitos ministrados se adaptem a um projeto de investigação clínica concreto, que será desenvolvido, em grupos, pelos formandos”, afirma o coordenador do FORMI, Nuno Bernardino Vieira.

A coordenação do curso é da responsabilidade de Nuno Bernardino Vieira, José Mariz e Andreia Vilas-Boas e conta ainda com a participação de Nadine Santos e Firmino Machado, como formadores convidados. O curso contará igualmente com a presença de um painel de peritos que irão avaliar os projetos de investigação apresentados.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.