IGAS vai auditar 7 unidades do SNS para verificar se investem na valorização das pessoas

A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) vai iniciar esta semana uma auditoria a sete unidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS) para verificar se desenvolvem estratégias, incentivos e políticas direcionadas à valorização das pessoas.

Em comunicado, a IGAS revela que a auditoria ao “desempenho dos sistemas de valorização das pessoas nos estabelecimentos e serviços do SNS" incluirá centros hospitalares, hospitais e unidades locais de saúde do setor empresarial do Estado e hospitais do setor público administrativo das regiões Norte, Centro e Lisboa e Vale do Tejo, conforme noticia a agência Lusa.

Esta auditoria, que vai abranger até ao final do ano 20% das entidades do setor público empresarial e 40% do setor público administrativo da saúde, enquadra-se "na estratégia da IGAS para atuar no âmbito da melhoria da gestão das entidades do sistema de saúde e da execução dos programas de políticas na área da saúde". Por esse motivo, a atuação irá consistir “na identificação e descrição dos aspetos onde podem ser realizadas melhorias e na elaboração de recomendações específicas, com vista a apoiar a gestão das respetivas entidades".

A IGAS adianta ainda em comunicado que as práticas exemplares e soluções inovadoras, serão difundidas para que possam ser replicadas por outros estabelecimentos e serviços.

A auditoria abrange oito áreas temáticas: Recrutamento e seleção, Integração e orientação, Gestão e avaliação do desempenho, Reconhecimento e recompensa, Formação e capacitação, Bem-estar no trabalho, Tecnologias digitais e Comunicação, envolvimento e participação.

Na fase de planeamento da auditoria foram consultadas várias entidades da administração pública e associações, que forneceram sugestões para a melhoria da matriz lógica de auditoria que condensa todos os aspetos avaliados, bem como metodologias de recolha de evidências e critérios de avaliação utilizados.

Um ano depois…
Editorial | Susete Simões
Um ano depois…

Corria o ano de 2020. A Primavera estava a desabrochar e os dias mais quentes e longos convidavam a passeios nos jardins e nos parques, a convívios e desportos ao ar livre. Mas quando ela, de facto, chegou, a vida estava em suspenso e tudo o que era básico e que tínhamos como garantido, tinha fugido. Vimos a Primavera através de vidros, os amigos e familiares pelos ecrãs. As ruas desertas, as mensagens nas varandas, as escolas e parques infantis silenciosos. Faz agora um ano.

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