Takeda lança projeto sobre importância de estudos de vida real no mieloma múltiplo
DATA
29/04/2021 14:05:24
AUTOR
Jornal Médico
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Takeda lança projeto sobre importância de estudos de vida real no mieloma múltiplo

A farmacêutica Takeda lançou um projeto que pretende consciencializar e sensibilizar a população e os profissionais de saúde para a relevância de complementar os ensaios clínicos com resultados dos estudos de vida real no mieloma múltiplo.  

“Este projeto, que conta com o contributo de diversos profissionais de saúde especialistas nesta patologia e permite também que doentes e cuidadores tenham acesso a diversas informações sobre a patologia, podcasts, informações sobre associações de doentes, entre outros”, adianta a farmacêutica, em comunicado.

Explica ainda que os ensaios clínicos são um tipo de pesquisa que estuda novos testes e tratamentos, e avalia os seus efeitos na saúde humana e que “são elaborados, revistos e necessitam de ser aprovados pelas autoridades reguladoras, sendo também altamente criteriosos na seleção de doentes, de centros de recrutamento, no acompanhamento médico e na monitorização da doença”.

Após a publicação dos resultados dos ensaios clínicos e a aprovação das autoridades reguladoras, o medicamento fica acessível para utilização na indicação aprovada, tornando-se “fundamental fazer o acompanhamento e monitorização da sua efetividade”, pode ler-se em nota enviada.

“A efetividade de um tratamento é possível ser conhecida através de estudos com dados de vida real, estudos que são realizados com dados de doentes reais e numa população mais heterogénea”, finaliza a farmacêutica.

 

Um ano depois…
Editorial | Susete Simões
Um ano depois…

Corria o ano de 2020. A Primavera estava a desabrochar e os dias mais quentes e longos convidavam a passeios nos jardins e nos parques, a convívios e desportos ao ar livre. Mas quando ela, de facto, chegou, a vida estava em suspenso e tudo o que era básico e que tínhamos como garantido, tinha fugido. Vimos a Primavera através de vidros, os amigos e familiares pelos ecrãs. As ruas desertas, as mensagens nas varandas, as escolas e parques infantis silenciosos. Faz agora um ano.

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