Takeda lança projeto sobre importância de estudos de vida real no mieloma múltiplo
DATA
29/04/2021 14:05:24
AUTOR
Jornal Médico
ETIQUETAS



Takeda lança projeto sobre importância de estudos de vida real no mieloma múltiplo

A farmacêutica Takeda lançou um projeto que pretende consciencializar e sensibilizar a população e os profissionais de saúde para a relevância de complementar os ensaios clínicos com resultados dos estudos de vida real no mieloma múltiplo.  

 

“Este projeto, que conta com o contributo de diversos profissionais de saúde especialistas nesta patologia e permite também que doentes e cuidadores tenham acesso a diversas informações sobre a patologia, podcasts, informações sobre associações de doentes, entre outros”, adianta a farmacêutica, em comunicado.

Explica ainda que os ensaios clínicos são um tipo de pesquisa que estuda novos testes e tratamentos, e avalia os seus efeitos na saúde humana e que “são elaborados, revistos e necessitam de ser aprovados pelas autoridades reguladoras, sendo também altamente criteriosos na seleção de doentes, de centros de recrutamento, no acompanhamento médico e na monitorização da doença”.

Após a publicação dos resultados dos ensaios clínicos e a aprovação das autoridades reguladoras, o medicamento fica acessível para utilização na indicação aprovada, tornando-se “fundamental fazer o acompanhamento e monitorização da sua efetividade”, pode ler-se em nota enviada.

“A efetividade de um tratamento é possível ser conhecida através de estudos com dados de vida real, estudos que são realizados com dados de doentes reais e numa população mais heterogénea”, finaliza a farmacêutica.

 

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.