Dia Mundial do Médico de Família destaca importância da felicidade dos médicos

“Construir o futuro com os Médicos de Família: Ser Médico de Família e ser Feliz!” é o mote do Dia Mundial do Médico de Família 2021, que se assinala a 19 de maio.

Segundo a Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), é fundamental apostar na Medicina Geral e Familiar e nos seus especialistas, para “termos médicos de família felizes, que se sintam realizados com a sua atividade profissional e que, de forma plena, possam desenvolver e aplicar as suas múltiplas capacidades e aptidões”.

O tema com que o dia é assinalado celebra a importância dos especialistas, destacando o seu  “lugar central na construção de um futuro mais justo e equitativo, de modo a garantir a acessibilidade generalizada e transversal a cuidados de saúde de proximidade e de qualidade” em que os profissionais de saúde se inserem, contextualiza a APMGF.

Sublinham que a crise de saúde pública provocada pela Covid-19 mostrou a “resiliência dos médicos de família portugueses”, destacando a “notável capacidade de adaptação e espírito de missão, soubemos reinventar processos, encontrar novas formas de estar junto dos nossos doentes e encaixar múltiplas e novas atividades e solicitações numa agenda já de si preenchida”.

A associação refere ainda a necessidade de aliviar a carga burocrática, para que possa existir tempo para o devido acompanhamento dos doentes.

“Só assim poderemos alcançar a felicidade que todos merecemos e ambicionamos”, conclui.

A APMGF assinala o Dia Mundial do Médico de Família, em parceria com a Organização Mundial dos Médicos de Família (WONCA).

Crónicas de uma pandemia anunciada
Editorial | Jornal Médico
Crónicas de uma pandemia anunciada

Era 11 de março de 2020, quando a Organização Mundial de Saúde declarou o estado de Pandemia por COVID-19 e a organização dos serviços saúde, como conhecíamos até então, mudou. Reorganizaram-se serviços, redefiniram-se prioridades, com um fim comum: combater o SARS-CoV-2 e evitar o colapso do Serviço Nacional de Saúde, que, sem pandemia, já vivia em constante sobrecarga.

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