Inquérito revela que sete em cada dez portugueses estão disponíveis para fazer rastreio ao cancro do pulmão
DATA
28/05/2021 15:44:27
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Jornal Médico
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Inquérito revela que sete em cada dez portugueses estão disponíveis para fazer rastreio ao cancro do pulmão

Mais de 70% dos portugueses faria o rastreio ao cancro do pulmão se tivesse essa oportunidade, revela um inquérito realizado pela Pulmonale.

No âmbito do Dia Mundial sem Tabaco, que se assinala a 31 de maio, a Pulmonale- Associação Portuguesa de Luta contra o Cancro do Pulmão, juntamente com a farmacêutica Roche, realizou um inquérito junto de mil pessoas acerca do cancro do pulmão e o nível de informação sobre a doença.

Para 71% dos inquiridos, o rastreio ao cancro do pulmão é “muito importante” e 76% fá-lo-ia se tivesse essa oportunidade, sobretudo como medida preventiva, conforme comunicado enviado.

“Os resultados deste estudo vieram confirmar que ainda existe um longo caminho a percorrer para a promoção da literacia, rastreio e diagnóstico precoce no que diz respeito ao cancro do pulmão”, refere a presidente da Pulmonale, Isabel Magalhães. A presidente da associação acrescentou que ainda existe muita “desinformação” em relação ao tema.

De acordo com o mesmo estudo, 57% dos entrevistados admite recorrer à internet quando precisa de saber mais sobre o cancro do pulmão e apenas 7% afirma que se considera “totalmente informado”.

Isabel Magalhães sublinha que, ainda que reduzida, a percentagem de doentes de cancro do pulmão que nunca fumou é suficientemente importante para que os médicos de medicina geral não desvalorizem sintomas nos primeiros contactos com os doentes.

De acordo com dados da associação, em Portugal há 5.600 novos casos de cancro do pulmão por ano e 4.700 mortes devido à doença.

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