“VNI Domiciliária na Insuficiência Respiratória Crónica - Hot Topics” em debate
DATA
08/06/2021 12:45:26
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Jornal Médico
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“VNI Domiciliária na Insuficiência Respiratória Crónica - Hot Topics” em debate

O Jornal Médico promoveu, no dia 20, o webinar “VNI Domiciliária na Insuficiência Respiratória Crónica - Hot Topics”. Com o apoio da VitalAire, a sessão teve como objetivo analisar a jornada do doente crónico sob VNI (Ventilação Não Invasiva), desde o início da terapia até ao seu seguimento no domicílio.

O webinar contou com o contributo de Marta Drummond, pneumologista e diretora do Centro de Responsabilidade Integrado - Sono e VNI do Centro Hospitalar e Universitário de São João, cuja intervenção se focou no tópico “VNI Domiciliária - Onde iniciar?”, um tema discutível a que se associaram os desafios e a necessidade de reorganização dos serviços devido à pandemia em curso. 

O tema teve continuidade com Carla Ribeiro, pneumologista e responsável pela Consulta de Ventilação Domiciliária Não Invasiva no Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, que partilhou a sua perspetiva sobre “VNI Domiciliária – Follow Up”, trazendo a sua experiência no seguimento do doente sob VNI.

“Acompanhamento domiciliário”, por Natália Azevedo, fisioterapeuta na VitalAire, Mestre em Fisioterapia, opção cardiorrespiratória, foi o tópico que encerrou este webinar, com a partilha da sua experiência e os desafios que o doente sob VNI poderá enfrentar no seu dia a dia e qual o papel do apoio domiciliário na melhoria da qualidade de vida destes doentes. 

Este webinar contou com a moderação de Alexandra Mineiro, pneumologista e coordenadora da Comissão de Trabalho de Ventilação Domiciliária da Sociedade Portuguesa de Pneumologia.

Se não teve oportunidade de assistir, veja aqui o webinar na íntegra.

MGF 2020-30: Desafios e oportunidades
Editorial | Gil Correia
MGF 2020-30: Desafios e oportunidades

Em março de 2020 vivemos a ilusão de que algumas semanas de confinamento nos libertariam para um futuro sem Covid-19. No resto do ano acreditámos que em 2021 a realidade voltaria. Mas, por definição, a crise é uma mudança de paradigma. O normal mudou. Importa que a Medicina Geral e Familiar se adapte e aproveite as oportunidades criadas. A Telemedicina, a desburocratização e um ambiente de informação, amigável flexível e unificado são áreas que me parecem fulcrais na projeção da MGF no futuro.

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