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Projeto de digitalização do São João replicado em vários hospitais
DATA
09/06/2021 16:55:35
AUTOR
Jornal Médico
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Projeto de digitalização do São João replicado em vários hospitais

O Repositório Clínico Digital (RCD), um projeto de desmaterialização dos registos clínicos em papel promovido pelo Centro Hospitalar Universitário de São João (CHUSJ), em parceria com a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), será replicado em vários hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS), revelou o Ministério da Saúde.

“Contribuir para a racionalização da produção e uso de registos clínicos em papel, através do maior controlo de circuitos de documentos, com dinamização dos resultados do projeto nas áreas de secretariados clínicos” é o objetivo do RCD.

Além disso, pretende, ainda, melhorar o acesso dos profissionais de saúde aos registos clínicos em papel “de forma integrada com o processo clínico eletrónico, garantindo ao mesmo tempo a necessária segurança da informação utilizada pelos profissionais”. Simultaneamente, propõe-se diminuir a circulação de registos em papel, aumentar a eficiência dos processos de trabalho e garantir a preservação digital da informação.

A nota do gabinete de Marta Temido refere, também, que o CHUSJ possui mais de dois milhões de processos clínicos de utentes, preservados desde a sua fundação, em 1959, até aos nossos dias, contabilizando-se um volume de documentação em papel de 15 quilómetros lineares.

A aplicação “permitiu ganhos na racionalização de espaços, com libertação de três zonas correspondentes a uma área superior a 240 m2, que estão agora alocadas a áreas de distribuição do fardamento, vestiários e à nova ressonância magnética”.

Depois da apresentação das linhas gerais do projeto pelos responsáveis do CHUS, foi decidida a “realização de workshops em conjunto com a Secretaria-Geral do Ministério da Saúde para a sua discussão em profundidade, com um mapeamento do processo e descrição dos requisitos necessários, bem como a apresentação das políticas e procedimentos de organização da informação clínica”.

MGF 2020-30: Desafios e oportunidades
Editorial | Gil Correia
MGF 2020-30: Desafios e oportunidades

Em março de 2020 vivemos a ilusão de que algumas semanas de confinamento nos libertariam para um futuro sem Covid-19. No resto do ano acreditámos que em 2021 a realidade voltaria. Mas, por definição, a crise é uma mudança de paradigma. O normal mudou. Importa que a Medicina Geral e Familiar se adapte e aproveite as oportunidades criadas. A Telemedicina, a desburocratização e um ambiente de informação, amigável flexível e unificado são áreas que me parecem fulcrais na projeção da MGF no futuro.

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