Portugueses são os mais disponíveis na partilha de informações para ultrapassar pandemia
DATA
07/07/2021 14:20:07
AUTOR
Jornal Médico
ETIQUETAS



Portugueses são os mais disponíveis na partilha de informações para ultrapassar pandemia

Um estudo da Kaspersky, empresa global de cibersegurança, revelou que, entre nove países europeus, a população portuguesa é a que está mais disposta (58%) a partilhar os seus dados de saúde, localização e contacto, para ajudar o país a ultrapassar a pandemia. 

O trabalho de pesquisa da Kaspersky demonstra que os consumidores portugueses estão dispostos a fornecer dados pessoais para sair completamente da crise pandémica. Aliás, não só mais de metade (58%) “ficaria feliz em partilhar”nformações sobre a sua saúde, localização e contacto para ajudar o país a superar a pandemia. Do mesmo modo, a possibilidade de voltar a viajar para o estrangeiro é um fator que motiva quase um quarto (22%) a ter a mesma atitude, abertura igualmente manifestada quando se trata de assistir a eventos (13%) – como, por exemplo, concertos — ou ir a um bar ou restaurante (10%).

No que diz respeito à preocupação global com a privacidade dos dados, a maioria dos portugueses considera que “é importante, mas menos de metade acredita que realmente controla o número de organizações que têm acesso aos seus dados pessoais”. Seja como for, a maioria teme que os seus dados possam “cair nas mãos erradas nos próximos dois anos”.

Pode ler-se no estudo que a possibilidade de regressar a centros comerciais é a “menos atrativa para os inquiridos portugueses (...)”, representando apenas 9%.

“Desde o início da pandemia, os Governos em toda a Europa têm procurado formas de controlar a propagação do vírus para reabrir as suas economias, bem como os setores de hotelaria e turismo. No entanto, menos de metade dos europeus confia nos seus Governos quando se trata de partilhar informações pessoais”, explica o investigador principal de segurança da Kaspersky.

David Emm argumenta que “enquanto muitos consumidores europeus estariam dispostos a ceder os seus dados pessoais em troca de mais liberdades e de um regresso à normalidade, é importante que os Governos garantam que as suas políticas de recolha e armazenamento de dados sejam fortes o suficiente para este tipo de informação sensível, a fim de construir confiança e superar a pandemia com segurança”.

Pode consultar os resultados de pesquisa por país no mapa de privacidade de dados da Kaspersky.

Se os jovens Médicos de Família querem permanecer no SNS e se o SNS precisa deles, o que falta?
Editorial | António Luz Pereira
Se os jovens Médicos de Família querem permanecer no SNS e se o SNS precisa deles, o que falta?

Nestes últimos dias tem sido notícia o número de vagas que ficaram por preencher, o número de jovens Médicos de Família que não escolheram vaga e o número de utentes que vão permanecer sem médico de família. Há três grandes razões para isto acontecer e que carecem de correção urgente para conseguir cativar os jovens Médicos de Família.

Mais lidas