Ouça novamente o episódio “Psoríase: a gestão partilhada do doente – quando referenciar”
DATA
16/07/2021 09:29:15
AUTOR
Jornal Médico
ETIQUETAS


Ouça novamente o episódio “Psoríase: a gestão partilhada do doente – quando referenciar”

“A psoríase é uma doença muito prevalente, atinge cerca de 2 a 3% da população geral, portanto, é natural que haja muitos doentes e, sendo que a maioria (…) tem formas ligeiras, é natural que a Medicina Geral e Familiar tenha um papel importante no seguimento e no tratamento. Em relação aos doentes a referenciar, desde logo se houver dúvidas no diagnóstico, é importante referenciar (…)”.

Palavras de Fernando Mota, Dermatologista do Hospital da Senhora da Oliveira (Guimarães) que participou no terceiro episódio do Podcast Skin Partners, uma iniciativa do Jornal Médico com o apoio da LEO Pharma que dá voz à pele.

Para esta conversa deu o seu contributo Fernando Mota, Dermatologista do Hospital da Senhora da Oliveira (Guimarães), e José Pedro Antunes, especialista de Medicina Geral e Familiar na Unidade de Saúde Familiar da Arte Nova do ACES Baixo Vouga.

A psoríase é uma doença crónica, inflamatória e sistémica, com elevado impacto físico e psicológico na qualidade de vida das pessoas. Uma boa articulação entre os diferentes níveis de cuidados de saúde, e a otimização na gestão partilhada do doente entre a Medicina Geral e Familiar e a Dermatologia, é fundamental para reduzir o impacto da doença, bem como as comorbilidades associadas.

“A comunicação entre os dois grandes intervenientes nos cuidados a pessoas com psoríase acaba por ser a Medicina Geral e Familiar e a Dermatologia. É muito importante manter a comunicação partilhada entre os dois níveis de cuidados, de forma a conseguirmos otimizar a terapêutica destes doentes”, sublinhou o especialista de Medicina Geral e Familiar na Unidade de Saúde Familiar da Arte Nova do ACES Baixo Vouga, José Pedro Antunes.

Ouça aqui o episódio na íntegra.

MGF 2020-30: Desafios e oportunidades
Editorial | Gil Correia
MGF 2020-30: Desafios e oportunidades

Em março de 2020 vivemos a ilusão de que algumas semanas de confinamento nos libertariam para um futuro sem Covid-19. No resto do ano acreditámos que em 2021 a realidade voltaria. Mas, por definição, a crise é uma mudança de paradigma. O normal mudou. Importa que a Medicina Geral e Familiar se adapte e aproveite as oportunidades criadas. A Telemedicina, a desburocratização e um ambiente de informação, amigável flexível e unificado são áreas que me parecem fulcrais na projeção da MGF no futuro.

Mais lidas