Centro Hospitalar Gaia/Espinho duplica capacidade de resposta em ressonâncias
DATA
19/07/2021 09:50:56
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Jornal Médico
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Centro Hospitalar Gaia/Espinho duplica capacidade de resposta em ressonâncias

O Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho (CHVNGE), através da entrada de um novo equipamento, vai conseguir duplicar a sua capacidade de resposta em ressonâncias magnéticas (RM).

“A aquisição do segundo equipamento e a realização de produção adicional aos fins de semana e feriados” vão permitir realizar cerca de “15 mil estudos por ano internamente, que corresponderá a uma redução da atual necessidade de externalização de 64% para 9%”, avança o diretor do serviço de Imagiologia do CHVNGE, Pedro Sousa, citado em comunicado.

Atualmente, o CHVNGE tem um registo de 16.500 estudos de RM por ano, dos quais 10.500 são assegurados por prestadores externos.

A duplicação da resposta, tanto a nível quantitativo como qualitativo, vai traduzir-se numa poupança anual de 675 mil euros, ao permitir a internalização quase total dos exames realizados naquele centro hospitalar.

De acordo com Pedro Sousa, o novo equipamento vem dar “uma resposta integral aos estudos da oncologia, assim como a realização de estudos mais diferenciados, nomeadamente nas áreas de neurorradiologia e cardiologia, com qualidade de imagem superior e tempos de execução menores”.

O grande objetivo, assinala o CHVNGE, passa por garantir a total autonomia na área dos exames, assim como responder a outras solicitações de RM de “outras unidades do Serviço Nacional de Saúde, sem capacidade instalada ou insuficiente”.

MGF 2020-30: Desafios e oportunidades
Editorial | Gil Correia
MGF 2020-30: Desafios e oportunidades

Em março de 2020 vivemos a ilusão de que algumas semanas de confinamento nos libertariam para um futuro sem Covid-19. No resto do ano acreditámos que em 2021 a realidade voltaria. Mas, por definição, a crise é uma mudança de paradigma. O normal mudou. Importa que a Medicina Geral e Familiar se adapte e aproveite as oportunidades criadas. A Telemedicina, a desburocratização e um ambiente de informação, amigável flexível e unificado são áreas que me parecem fulcrais na projeção da MGF no futuro.

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