COVID-19: julho de 2021 é o mês mais “testado” desde o início da pandemia em Portugal
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29/07/2021 14:26:39
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Jornal Médico
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COVID-19: julho de 2021 é o mês mais “testado” desde o início da pandemia em Portugal

O País ultrapassou já a fasquia dos 15 milhões de testes à COVID-19. E julho, com 1,66 milhões, supera todos os recordes mensais de que há registo, em Portugal, desde o início da pandemia, adiantou, em comunicado, o Ministério da Saúde.

“Até à data, julho é o mês com o maior número de testes realizados (11,1% do total)”, pode ler-se em nota divulgada pela tutela. O Ministério liderado por Marta Temido assinala a realização média diária de “cerca de 64.000 testes (…) até (…) 26 de julho de 2021, o que corresponde ao valor mais elevado desde março de 2020”.

De acordo com o comunicado, “em 2021 foram realizados, até ao momento, mais de 60% da totalidade dos testes de diagnóstico desde o início da pandemia, com os meses de abril, maio, junho e julho (até 26 de julho) a concentrarem cerca de 40% do número total de testes efetuados”.

O Ministério da Saúde detalha ainda que, desde o início da pandemia, mais de metade dos testes de despiste foi realizada pelo setor privado (58,5%), cerca de um terço (32,2%) no Serviço Nacional de Saúde (SNS) e 9,3% em ambiente universitário ou outros. A maioria dos testes é do tipo RT-PCR (11,9 milhões) e aproximadamente 3,1 milhões são testes rápidos de antigénio de uso profissional.

“Este aumento da testagem em Portugal (…) tem três eixos de intervenção: testagem dirigida, testagem programada e testagem generalizada”, esclarece o comunicado.

A apresentação de um teste negativo vem ganhando crescente importância enquanto requisito nas viagens de Portugal para o estrangeiro, mas também, durante alguns períodos, para circular em território nacional.

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Editorial | Carlos Mestre
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Em março de 2021 existia em Portugal continental um total de 898.240 pessoas sem Médico de Família (MF) atribuído, ou seja, 8,7% da população não tem um acompanhamento regular com todas as medidas preventivas e curativas inerentes ao papel do especialista em Medicina Geral e Familiar (MGF).

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